How to Create an Attactive HTML Email Signature For Mail on Mac OS X El Capitan 10.11

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Apple released Mac OS X El Capitan (Version 10.11) on Sep 30th, 2015. The latest version of the Mac operating system has some great new features like Split View, a better Misson Control and Note app and best yet, an improved Mail app. Getting a HTML email signature installed in Mail on El Capitan have changed a little from Yosemite. For instructions on creating and installing an HTMl email signature on OS X Yosemite or earlier Mac operating systems, click on link: http://mydesignpad.com/htmlsignature-install-instructions/. Continue reading for instructions on installing an HTML email signature in Mail on OS X El Capitan

Before we start, you need the following to set up a HTML email signature in Mail 9.X:

    • A Mac computer with Mail 9.X running on Mac OS X 10.11.X El Capitan.
    • A text editing software to read and edit the HTML codes. I recommend using TextEdit since it is preloaded on Mac computer.
    • A HTML file coded with your desired email signature design. Use MYDESIGNPAD’sHTML email signature design service if you want us to create a great looking signature design for you.
    • A web server for hosting images being used in your design.

(We offer free images hosting if you use our HTML email signature design service)

  • Know how to upload the images to your web server and get image links.

STEP 1: Create Placeholder Signature

  • Open Mail.app
  • On the main menu, go to Mail>Preferences…>Signatures

Yosemite Mac Mail Preferences

  • Click the + icon located on the bottom of the 2nd column to add new placeholder signature and give it a name that you like. I am naming my signature: MDP-iMac

Yosemite Macmail Preferences Signature Setup1

STEP 2: Assign Signature to Desired Email Account

  • Drag the placeholder signature into the desired email account on the 1st column

yosemite-macmail-preferences-sig-setup2

  • With the desired email account highlighted on the 1st column, select the placeholder signature from the Choose Signature drop-down menu.

yosemite-macmail-preferences-sig-setup3

STEP 3: Check Settings for Composing

  • Go to Mail>Preferences…>Composing
  • Make sure Rich Text is selected for “Message Format”

yosemite-macmail-preferences-composing

STEP 4: Check Settings for Viewing

  • go to Mail>Preferences…>Viewing
  • Make sure Load remote content in messages is checked

yosemite-macmail-preferences-viewing

STEP 5: Quit Mail.app

Make sure you do this in order for the HTML email signature to work properly.

  • You may press Command+Q to quit or click on Mail>Quit Mail

STEP 6: Copy The HTML Email Signature Code With TextEdit.app

  • Right-click on your finalized HTML email signature file or hold down the control key to reveal pop-up menu. A HTML file will be emailed to you if you use MYDESIGNPAD’s Email Signature Service
  • Click on “Open With” and select TextEdit.app
  • Once the file is open, you will see the HTML code. Select all (Command+A) and Copy (Command+C)
  • If you see your HTML email signature design instead of the HTML code, follow STEP 6B to setup TextEdit.app to display HTML code and come back to STEP 6
  • After you copy all the HTML code, you may close the file by clicking on the red dot on the upper-right hand corner of the window (Command+W)

yosemite-macmail-textedit1

STEP 6B: Set TextEdit.app to Display HTML Files as HTML Code

Skip this step if you were able to see the HTML code in STEP 6.

  • Open TextEdit.app: ~/Applications>TextEdit.app

TextEdit app

  • On the main menu, go to TextEdit>Preferences…>Open and Save
  • Check Display HTML files as HTML code instead of formatted text

yosemite-macmail-textedit-setup

STEP 7: Locate Placeholder Signature

  • Click on your desktop to reveal Finder.
  • On the main menu, go to Finder>Go>Library (press and hold the option key to reveal Library on the drop-down menu)

yosemite-macmail-openlibrary

  • If not using iCloud, go to ~/Library/Mail/V3/MailData/Signatures/
  • If using iCloud Drive, go to~/Library/Mobile/Documents/com~apple~mail/Data/V3/MailData/Signatures/
  • Turn on List view and click on Date Modified to display the latest files on top
  • The placeholder signature you just created is the file ending with .mailsignaturewith the most recent modified date

yosemite-macmail-findplaceholdersignature

STEP 8: Open and Update Placeholder Signature

  • Open placeholder signature file with TextEdit.app (hold down the option key and click on file to reveal pop-up menu. Click on “Open With” and select TextEdit)

yosemite-macmail-openplaceholdersignature
yosemite-macmail-openplaceholdersignature2

  • Select and delete everything under the Mime Version… line
  • Press Command+P to paste your HTML email signature code that you have copied earlier into the file. (Your HTML file is emailed to you if you are using ourEmail Signature Service)

yosemite-macmail-replacesignatureinfo

STEP 9: Lock Updated Signature File

Very important step to follow in order for signature to work.
Skip this step if you are using iCloud.

  • Click on the downward triangle located on the top right of the opened file

yosemite-macmail-replacesignatureinfo2

  • On the pop-up menu, check Locked
  • Quit TextEdit

Lock file

STEP 10: Restart Mail

  • Open Mail back up
  • Click on the Compose new message button to open a new message window
  • Your new HTML email signature should appear automatically
  • If your HTML email signature doesn’t show up, make sure the correct email account is selected on the From drop-down menu below the Subject line
  • Make sure the correct HTML email signature is selected in the Signature drop-down menu as well if you have more than one signature installed

yosemite-macmail-checkemailsignature

Installation Completed

Congratulations! That is it! Hope you got it working as it should. Go on with Mail as usual. Happy email writing. Contact me or leave a note if you have any questions or comments. If you want a creative and visually appealing HTML email signature and would like to have MYDESIGNPAD create one for you, please click on link for more info: http://mydesignpad.com/htmlsignature/

Publicado em: Blog

Computação cognitiva trará “era de ouro” do varejo, afirma IBM

TAMPA (EUA) – Imagine que você viu uma reportagem na TV sobre ciclismo e decidiu vai começar a praticar o esporte. Busca na internet pelas melhores marcas de bicicletas, dicas de profissionais e decide comprar numa loja online. No momento da compra, a loja ainda te oferece um capacete, roupas e tudo mais para você iniciar suas atividades. Mas, espera… Como eles sabem que eu sou um iniciante?

Fácil. Pela busca que você fez antes de visitar a loja e pelas suas postagens nas redes sociais. A computação cognitiva, que dá às máquinas a capacidade de compreender e aprender ao longo do tempo, pode trazer uma experiência cada vez mais personalizada para o varejo. Não no futuro, mas agora mesmo.

A IBM é uma das empresas líderes neste campo de estudos e tem o Watson, sua plataforma de tecnologia que utiliza processamento de linguagem natural e aprendizagem de máquina, como garoto-propaganda dessas novidades. Essa foi a máquina que venceu os maiores campeões de Jeopardy (um programa onde o apresentador dá a resposta e o candidato tem que formular uma pergunta) e que, recentemente, respondeu às dúvidas dos alunos da Universidade da Georgia no lugar dos professores – sem que os estudantes percebessem que estavam falando com uma máquina.

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“A computação cognitiva é a evolução do Big Data”, explica a gerente geral de Watson para Comércio e Educação da IBM, Harriet Green. “Podemos registrar cada movimento que os consumidores fazem, analisar esses dados e dar a eles uma experiência única. Cada bit pode ser usado”, afirma. Para a executiva, a sociedade está à beira de uma “Era de Ouro” do varejo, onde qualquer informação pode ser combinada, desde o noticiário, passando pelas redes sociais, até a previsão do tempo.

“Quando a IBM comprou a Weather Company, muita gente se perguntou o que faríamos com uma empresa de meteorologia. Eles fornecem dados de 2,2 bilhões de locais a cada 15 minutos – dados que até então eram subestimados. O tempo tem efeito direto com quando e onde as pessoas compram, seu comportamento e humor. Combine isso com dados das redes sociais e os resultados são fantásticos”, completa Harriet.

Com a personalização em tempo real, a IBM espera que comerciantes sejam capazes de entregar a mensagem certa sobre o que oferecer aos clientes. O sistema Watson entende que as preferências de uma pessoa podem mudar ao longo do tempo, através dos dados que coleta, aprende e sugere a oferta e a mensagem deve ser enviada a cada consumidor.

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“Cada cliente é único e tem pouca tolerância para as empresas que não conseguem reconhecer os seus interesses, desejos e necessidades específicas”, acredita Harriet. “As empresas que são capazes de compreender rapidamente esse conceito e aprendem com cada interação com o cliente, podem usar esse conhecimento para descobrir novas oportunidades e insights”, afirma a executiva.

Por exemplo, a plataforma consegue perceber que o estoque de TVs 4K está acabando. Através das suas capacidades cognitivas, ele reorganiza o e-commerce de loja para que esses produtos sejam colocados na parte de baixo do site até que novas remessas sejam recebidas. Outro alerta identifica que console de vídeo game não está vendendo como projetado, descobre que o varejista concorrente baixou seu preço e, automaticamente, reajusta o valor.

Fonte:(http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2016/06/11/computacao-cognitiva-trara-era-de-ouro-do-varejo-afirma-ibm/)

Segurança na nuvem: Três frentes nas quais as empresas devem focar

Segundo o Gartner, é preciso ter uma estratégia bem definida de segurança para multilocação, virtualização e software como serviço

A computação em nuvem cria muitos desafios para todas as empresas. Geralmente, nenhuma política corporativa de Cloud Cpmputing ou projeto de segurança é abrangente o suficiente. Do ponto de vista da Segurança e da Gestão de Riscos, a ambiguidade é especialmente difícil de lidar.

Um dos principais dilemas com relação à introdução de políticas de computação em nuvem é que ninguém consegue realmente definir o que ela é. “Enquanto os CISOs enxergam a nuvem como um estilo de computação, outras partes da empresa enxergam apenas como coisas acessadas pela Internet”, afirma Jay Heiser, vice-presidente de Pesquisa do Gartner.

Independentemente de como os grupos definem segurança em relação à computação em nuvem, os analistas do Gartner indicam que é essencial ter uma estratégia bem definida e políticas de uso, em três frentes: multilocação, virtualização e software como serviço.

Com os dados na nuvem pública, portanto fora do controle físico da companhia, a segurança acaba se tornando um problema. De fato, 38% das organizações que não planejam utilizar a nuvem pública apontaram a segurança e a privacidade como os principais motivos de risco.  No entanto, as empresas podem estar usando a segurança e a privacidade como “desculpa”, tanto pelo medo de abdicar do controle sobre os dados, quanto pela grande mudança no status quo do modo como estão acostumadas a trabalhar.

Quando a opção pela nuvem pública se dá no modelo de multilocação, essa escolha implica na necessidade de forçar a aplicação de políticas, segmentação, isolamento, governança, níveis de serviço e modelos de cobrança retroativa/faturamento aplicados a diferentes grupos de consumidores.

“Mas, na prática, não há correlação entre falha de segurança e o grau de multilocação. Às vezes, tornar-se híbrida pode ser a melhor forma para que algumas empresas ganhem confiança no modelo de Nuvem Pública”, explica Heiser.

 Já a virtualização requer gestão de vulnerabilidade e processos de comparação distintos para o ambiente de nuvem. As empresas podem usar ferramentas diferentes para gerenciar máquinas virtuais, uma vez que sua natureza complexa, dinâmica e distribuída não permite a indicação física de segurança como as “luzes piscantes” dos modelos tradicionais.

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E SaaS (Software como Serviço), embora venha oferecendo um nível cada vez maior de segurança, com inúmeras funcionalidades de controle, têm suas aplicações, no geral, sob o comando dos usuários finais, oferecendo transparência mínima, sem possibilidades de personalização para as demandas das empresas. Para aumentar a complexidade, muitas empresas chegam a ter mil aplicativos SaaS em uso.

Segundo o Gartner, profissionais de segurança (CISOs) precisam definir suas prioridades e definir o tempo e os melhores recursos para lidar com o contexto de risco no uso de SaaS. Dessa forma, é necessário dividir os aplicativos de SaaS (Software como Serviço) em três níveis:

Nível 1: Realisticamente, cerca de 80% do mercado está centrado em 100 serviços de Cloud. Os principais fornecedores têm opções comprovadas, mas as organizações precisam se debruçar sobre o tema e verificar se realmente elas estão fora de risco para usar as soluções de forma segura.

Nível 2: Estas empresas, tipicamente grandes marcas que estão experimentando Cloud Services, não tinham oferecido antes como ofertas principais por mais de cinco anos. Geralmente com uma estratégia vertical de oferta de aplicativos, eles bloquearam avaialçies de terceiros. É neles que os CISOs devem focar suas avaliações e seus recursos.

Nível 3: Os milhares de aplicativos de computação em Nuvem classificados como nível 3 são praticamente irrelevantes, segundo Heiser. Não se pode assumir que um pequeno provedor de serviço em Nuvem (CSP) seja seguro ou financeiramente estável. Apesar de ser um risco aceitável, estes aplicativos devem ser utilizados com cuidado.

Fonte:(http://cio.com.br/noticias/2016/07/06/seguranca-na-nuvem-tres-frentes-nas-quais-as-empresas-devem-focar/)

Metade dos usuários de nuvem compartilha credenciais de acesso

Estudo da BSA mostra que parte do problema relaciona-se à falta de orientação e à ausência de políticas formais para uso do serviço.

 

A computação em nuvem já comprovou diversos benefícios e tornou-se uma realidade nas empresas. Mas engana-se quem pensa que, apesar de toda evolução verificada nos últimos anos, tudo já está resolvido e perfeito quando o assunto é cloud.

Segundo uma pesquisa global recente divulgada pela BSA|Software Alliance, ainda há um desafio grande em termos de gestão e segurança de dados.

O levantamento identificou que 58% dos usuários de soluções em nuvem compartilham suas credenciais de acesso. Além disso, um em cada dez respondentes revelou que compartilha essas informações com pessoas de fora do ambiente de trabalho. Dentro deste grupo, 72% indicaram que já fizeram isso mais de uma vez.

O estudo da organização mostra que parte do problema do compartilhamento de credenciais relaciona-se à falta de orientação e à ausência de políticas formais nas empresas para o uso do serviço: 42% dos participantes do estudo revelaram que as empresas onde trabalham não possuem tais regras.

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“A nuvem precisa de gestão corporativa, ou seja, políticas para a aprovação de fornecedores de serviços em nuvem e que definam seu uso de forma segura. Compartilhar senhas e logins fragiliza a segurança da informação”, diz Antônio Eduardo Mendes da Silva, country manager da BSA para o Brasil.

A organização recomenda a criação de um programa de gestão de ativos de software (SAM) eficiente, que pode não somente definir as métricas para a compra de softwares em nuvem, de maneira segura, como também monitorar as provisões de licenciamento e o número de usuários que acessam o serviço.

Além de reduzir e prevenir ameaças digitais, o estudo mostrou que a implementação dessa abordagem pode gerar economias da ordem de 25%, por meio da eliminação de ineficiências, como a hospedagem de softwares desnecessários.

Fonte:(http://cio.com.br/noticias/2016/07/19/metade-dos-usuarios-de-nuvem-compartilha-credenciais-de-acesso/)

Como solucionar os problemas associados à infraestrutura convergente

Simplificada, ágil e eficiente, central inteligente da Cisco oferece respostas sob medida às empresas envolvidas com esse desafiador modelo de TI

É fato que a tecnologia vem cada vez mais encurtando distâncias, aproximando pessoas e colaborando para a geração de negócios ao redor do mundo. Pense nos principais aplicativos que você utiliza hoje em seu smartphone e constate como eles, por si só, tornam seu dia a dia mais prático.

A Internet das Coisas trabalha sob essa premissa: uma integração harmônica entre objetos e pessoas em prol de objetivos que tempos atrás demandariam mais recursos, como, por exemplo, chamar um táxi ou uma pizza ao sair do escritório.

Tal simplicidade, hoje usufruída pelo consumidor final, exige das empresas provedoras uma igual preocupação com a plena integração do seu ambiente físico. Isso porque estão calcadas na chamada Terceira Plataforma de TI, que combina de forma inédita elementos estratégicos como colaboração, computação em nuvem, mobilidade, big data e redes sociais. Uma inteligência centrada em dados, gerida por pessoas e suportada por máquinas.

Essa realidade, além de uma equipe qualificada, demanda das empresas um ingrediente fundamental para o sucesso das operações: a infraestrutura convergente.

Modelo flexível de TI, essa iniciativa deve primar pela agilidade, eficiência e qualidade dos serviços em curso – contemplando, ainda, um fácil gerenciamento e orquestração das aplicações.

Para isso, a infraestrutura convergente necessita trabalhar em níveis mais aprimorados de inteligência, automação e integração das tecnologias de data center, da nuvem até a borda na qual as aplicações e os dados são utilizados.

O Cisco Unified Computing System™ (Cisco UCS®) com processadores Intel® Xeon® cumpre um papel-chave em todo o processo, garantindo melhores resultados e elevando o padrão de eficiência e integração. As companhias que o utilizam, por exemplo, conseguem gerenciar qualquer nuvem (pública, privada e híbrida) por meio de uma só ferramenta, com total controle e segurança.

Aliada à Microsoft, empresa que trabalha de mãos dadas com a Cisco para diminuir a complexidade e potencializar os recursos das soluções corporativas, tal solução oferece ainda um painel único de gerenciamento de infraestrutura e camada de aplicação.

O Cisco Unified Computing System™ (Cisco UCS®) com processadores Intel® Xeon®, crucial para um data center mais dinâmico, contempla também os recursos mais inovadores para a virtualização, seja do servidor, armazenamento (SDS) ou da rede (SDN), bem como a migração de cargas de trabalho para fora do data center. Um sistema completamente unificado e escalável, que já conquistou mais de 100 recordes mundiais de desempenho e ajuda empresas a reduzir custos e aumentar a eficiência.

Além disso, essa central inteligente da Cisco é otimizada para o SAP HANA, software de banco de dados in-memory, e outros aplicativos da SAP de missão crítica, para extrair o melhor da análise em tempo real de dados e, assim, suportar a geração de novos negócios.

Clique aqui para saber mais sobre o que o Cisco Unified Computing System™ (Cisco UCS®) com processadores Intel® Xeon® pode fazer pela infraestrutura convergente – entre outros modelos de TI – e o presente e futuro da sua empresa.

Fonte: (http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2016/07/18/como-solucionar-os-problemas-associados-a-infraestrutura-convergente/)

Imperativos estratégicos da IBM já geram 38% da receita da companhia

IBM anunciou o resultado do segundo trimestre fiscal de 2016 com queda na receita e lucro. Ganhos por ação batem expectativa do mercado

Embora suas iniciativas de cloud, computação cognitiva e analytics estejam ganhando corpo junto aos clientes e já representem 38% da receita total anual da empresa, a IBM ainda continua amargando queda na receita, pelo 17o trimestre consecutivo. Nesta segunda-feira (18/07), a Big Blue anunciou os resultados financeiros do segundo trimestre fiscal de 2016 reportando queda de 2,8% na receita do período, comparada com o mesmo trimestre de 2015.

A receita total foi de US$ 20,24 bilhões, contra US$ 20,81 bilhões um ano atrás. O lucro da IBM foi de US$ 2,5 bilhões, ou ganhos de US$ 2,95 por ação (excluídos os descontos), contra lucro de US$ 3,45 bilhões e ganhos de US$ 3,5 por ação em 2016.

A queda no entanto foi menor do que esperavam os analistas financeiros, que projetavam ganhos por ação de US$ 2,89. A resposta do mercado foi positiva: as ações da IBM subiram 2,6% após o fechamento do pregão, atingindo preço de US$ 164 por ação.

Na lista das áreas que tiveram maior queda de receita estão sistemas, com redução de 23% no trimestre, atingindo receita de US$ 2 bilhões, e a divisão de negócios de mainframes z Systems, que caiu 40% no período. Nesse trimestre, a IBM comprou a EZSource para ajudar os desenvolvedores a agilizar a atualização de aplicações de mainframe.  A divisão de Global Business Services, que inclui consultoria, serviços globais e gestão de aplicações teve receita de US$ 4,3 bilhões, que é 3% menor que a do trimestre passado.

Imperativos estratégicos

A centenária empresa global de computadores continua sua jornada, sob o comando da CEO Virginia Rometty, de transição da antiga estrutura de computação do mercado para as novas plataformas computacionais, com foco especial em nuvem e em computação cognitiva, que permitam retomar o crescimento da receita.

Mas o caminho é complicado e desde janeiro de 2012 Virgínia Rometty vem administrando a queda da receita com cortes de funcionários, venda de ativos que já não representam valor para a estratégia e compra de empresas que agregam valor ao conjunto.

Para impulsionar o que Ginni Rometty chama de “imperativos estratégicos” – cloud, analytics, segurança, social e mobile – a IBM fez 25 aquisições nos últimos 18 meses, sendo que 11 aconteceram este ano, envolvendo companhias de analytics, segurança e cloud.

US$ 40 bi até 2018

Na call com analistas de mercado a empresa afirma que o investimento está trazendo receita. No trimestre, os novos negócios cresceram 12% comparados ao ano anterior, representando receita de US$ 8,3 bilhões, e nos últimos 12 meses somaram vendas de US$ 30,7 bilhões e já representam, segundo o VP e CFO da IBM, Martin Schroeter, 38% da receita da companhia.

Segundo Schroeter, o ritmo de crescimento orgânico da área de imperativos estratégicos da IBM aponta que ela vai atingir a meta de ter receita de US$ 40 bilhões, ou 40% da receita total da companhia, até 2018 sem precisar de muito esforço.

A receita de cloud (pública, privada e híbrida), segundo a IBM, aumentou 30% no segundo trimestre de 2016 e soma US$ 11,6 bilhões nos últimos 12 meses. A área de analytics cresceu 4% as vendas, os negócios com segurança tiveram crescimento de 18% e a receita com mobile aumentou 43% durante o período.

Representada pela figura do supercomputador Watson, a plataforma de computação cognitiva da IBM ganhou mais aderência no mercado. Segundo a IBM, o número de desenvolvedores que trabalha com a plataforma quadruplicou no trimestres comparado com um ano atrás. Na área de cloud, a IBM informou ter fechado acordos com clientes grandes globais como Pratt & Whitney, Halliburton Co. e Kaiser Permanente.

* Com reportagem de John Ribeiro, IDG News Service

FONTE: (http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2016/07/19/imperativos-estrategicos-da-ibm-ja-geram-38-da-receita-da-companhia/)