4 conversas que você nunca deve ter por e-mail

E-mails são rápidos e discretos. Mas usar essa ferramenta no trabalho pode ser mais perigoso do que você imagina

 

Quando você tem algo delicado a dizer a um chefe, subordinado ou colega de trabalho, prefere falar pessoalmente ou mandar o recado por e-mail?

Especialmente quando você não quer que ninguém mais ouça o diálogo,  a segunda alternativa parece muito mais discreta e segura. Mas não é.

Além de serem facilmente mal interpretadas, porque são desprovidas de expressões faciais e tom de voz, as mensagens que você manda por correio eletrônico ficam registradas para sempre.

“O seu e-mail profissional pertence à empresa para a qual você trabalha, tanto quanto a sua mesa ou a sua cadeira de trabalho”, diz a coach Denise Dudley ao site da revista Money. “As mensagens existirão para sempre, por isso é bom evitar dizer algo que pode ‘assombrar’ sua vida no futuro”.

Veja a seguir 4 tipos de conversas que é melhor ter face a face, e não por meio da tecnologia:

1. Fofoca

Espalhar boatos ou falar sobre a vida pessoal das pessoas do escritório é um comportamento com péssimas consequências para a sua carreira, mas é especialmente perigoso se for registrado por escrito.

Caso você não saiba, as empresas podem monitorar as mensagens trocadas por seus funcionários, desde que se trate do e-mail corporativo, e não do particular.

O risco é maior ainda se você acidentalmente incluir múltiplos destinatários quando a conversa é particular, ou apertar o botão “Responder para todos” sem querer.

Dudley conheceu uma pessoa que mandou a frase “Adivinha quem está grávida?” para um grupo de colegas. “A ‘grávida’ não estava grávida, só tinha ganhado um pouco de peso, e acabou interceptando o e-mail”, diz a coach à Money. “A relação dela com o autor da mensagem nunca mais se recuperou”.

 

2. Críticas — ou elogios

Aqui, o maior problema está na facilidade com que a comunicação escrita é distorcida, pela falta de outros elementos de comunicação como tom de voz e expressão facial.

Na opinião de Kathleen Murphy, fundadora da consultoria Market Me Too, o e-mail é um recurso muito pobre para criticar ou até elogiar o trabalho de um colega.

Por escrito, uma frase como “o novo estagiário é bastante pontual, hein?”, pode parecer sincera ou irônica, a depender do leitor. Mesmo palavras elogiosas como “parabéns” correm o risco de soar pouco verdadeiras ou não suficientemente enfáticas por e-mail.

“Se até comentários positivos podem ser mal-interpretados, que dirá os negativos”, diz Murphy. Como o desempenho alheio é um assunto sensível, para o bem ou para o mal, é sempre melhor comunicar as suas impressões face a face.

 

3. Brigas

O e-mail também é uma péssima ferramenta para chamar a atenção de um subordinado. “Muita gente acha que o feedback ficará ‘suavizado’ por escrito, mas o resultado pode ser muito pior do que você imagina”, alerta o consultor Chris Hallberg em entrevista à Money.

Segundo ele, é melhor convidar o funcionário para uma conversa — privada, de preferência — para tratar do assunto.

O mesmo vale para qualquer outro tipo de desentendimento ou briga no trabalho, por dois motivos. O primeiro é a possibilidade de a mensagem ser encaminhada fora de contexto para pessoas alheias ao assunto, o que pode agravar o conflito.

A segunda razão é, novamente, a pobreza expressiva do e-mail. Por escrito, as suas frases podem soar mais agressivas do que você pretendia, e aumentar o mal-estar entre as partes. Diálogos presenciais são sempre a alternativa mais sábia, em qualquer caso.

 

4. Negociações

Precisa falar com alguém sobre salário, mudança de horário ou promoção de cargo? Esqueça o computador e o celular: conversas que envolvam o RH da empresa devem ser feitas pessoalmente, ou no máximo em uma chamada por vídeo.

Isso porque, no diálogo por escrito, perde-se um dos recursos mais poderosos da negociação: a criação do vínculo. Só pessoalmente é possível escutar profundamente o outro, ao ponto de entender seus valores, motivações e necessidades, e adaptar os seus argumentos a eles. Essa leitura, tão fina e complexa, não pode ser feita nos limites de uma mensagem eletrônica.

Em entrevista à Money, Dennis Collins, diretor da West Corporation, diz que o e-mail pode ser usado, no máximo, para agendar as reuniões necessárias para falar sobre o assunto. “Aplicativos, chat e e-mails podem ser ótimos para avisar a pessoa que você quer conversar, mas não para conduzir a conversa em si”, explica ele.

TI Híbrida e a ascensão dos negócios digitais

Modelo atingiu todos os aspectos da tecnologia, desde servidores e infraestrutura até aplicativos e dispositivos

As infraestruturas de TI já são reconhecidas como um dos principais pilares de qualquer empresa que queira crescer no mercado. As transformações ao longo dos anos mostram a influência que esse segmento tem de alavancar completamente os negócios de uma organização, melhorando a eficiência e a eficácia dos processos da companhia. Além disso, em diversos e recorrentes casos, as soluções e plataformas digitais relacionadas à infraestrutura de TI promovem a descoberta de novos nichos e viabilizam modelos de operação mais modernos nas empresas.

Entre os principais avanços recentes em infraestrutura de tecnologia, está a TI Híbrida e, em especial a Cloud Híbrida. As organizações estão sendo obrigadas a adotar novas estruturas e abordagens de TI a fim de operarem e gerenciarem seus sistemas legados junto a todos os demais sistemas associados.

A TI Híbrida inicialmente concentrava-se em sistemas operacionais e linguagens de desenvolvimento de aplicações. O próprio termo há alguns anos não era quase difundido e estava relacionado à uma combinação de interoperabilidade (comunicação entre sistemas de forma transparente) e integração, exatamente o oposto do que é considerado hoje. Todo sistema diferente exercia uma função exclusiva no ambiente de computação e a integração era apenas uma necessidade para a troca de dados.

Hoje, a TI Híbrida atingiu todos os aspectos da tecnologia, desde servidores e infraestrutura até aplicativos e dispositivos. O objetivo de seu uso está relacionado à otimização para obter o máximo de benefícios de cada elemento de infraestruturas altamente digitalizadas.

Em relação a data centers, por exemplo, a abordagem híbrida traz a capacidade de consolidar e correlacionar dados em Nuvem e proporcionar mais amplitude, profundidade e visibilidade. Ela faz com que os profissionais de TI tenham mais segurança e rapidez na gestão de suas informações, aplicações e dados. O conceito híbrido vai também além da Nuvem Híbrida e integra itens como experiência do usuário, aplicações, dispositivos, estrutura de dados, modelos de segurança, entre outros. Ela oferece uma variedade de opções de tecnologia para otimizar a forma como o trabalho é executado.

Estudos apontam que empresas que adotam modelos híbridos de infraestrutura têm três vezes mais chances de alcançar seus objetivos de negócios, revelando que a transformação digital e o uso da TI Híbrida são essenciais para o sucesso competitivo das organizações.
Combinar eficiência, automação, economia de tempo e de custo, simplicidade, conveniência e a melhor experiência para usuários finais são alguns dos objetivos comuns de empresas brasileiras. Com a transformação digital, elas conseguem aplicar esses itens, seja na maneira como os colaboradores trabalham, seja como são executados os processos e a gestão de dados e aplicativos da empresa.

As empresas dos mais variados setores vivem hoje uma grande pressão do mercado, que exige mudança e atualização como uma questão de sobrevivência. A TI híbrida é mais uma frente importante nesse processo de evolução para um modelo de negócios verdadeiramente digital.

Tecnologia da informação: convertendo dados em informações

Cada vez mais os desafios não serão técnicos; ao contrário, eles estarão ligados à conversão de dados em informações utilizáveis

 

Os executivos tornaram-se conhecedores de computadores. Os mais jovens chegam a saber mais a respeito de como funciona o computador do que a respeito da mecânica do automóvel ou do telefone. Mas poucos entendem de informação. Eles sabem como obter dados, mas ainda precisam aprender a usá-los.
Poucos executivos sabem fazer perguntas do tipo: “De que informações necessito para fazer meu trabalho?”, “Quando preciso delas?”, “De que forma?”, “E de quem devo recebê-las?”, “Que antigas tarefas devo abandonar?”, “Que tarefas devo executar de forma diferente?”. Praticamente ninguém pergunta: “Que informações devo dar?”, “A quem?”, “Quando?”, “De que forma?”.
Uma base de dados, por maior que seja, não é informação. Ela é minério de informação. Para que a matéria-prima se transforme em informação, ela precisa ser organizada para uma tarefa, dirigida para desempenho específico, aplicada a uma decisão. Ela não pode fazer isso por si mesma, nem os especialistas em informação. Eles podem persuadir seus clientes, os usuários de dados, aconselhar, demonstrar, ensinar, mas não gerenciar os dados para os usuários, assim como um departamento de pessoal não pode assumir o gerenciamento das pessoas que trabalham com um executivo.
Os especialistas em informação são fabricantes de ferramentas. Os usuários destas, sejam eles executivos ou técnicos, têm de decidir quais informações usar, para que e como. Eles precisam se tornar conhecedores de informações. Este é o primeiro desafio enfrentado pelos usuários de informações, agora que os executivos passaram a conhecer computadores.
Mas a organização também precisa conhecer informações. Ela também precisa aprender a perguntar: “De que informações necessitamos na empresa?”, “Quando necessitamos delas?”, “Em que forma?”, “E onde obtê-las?”. Até agora essas perguntas estão sendo feitas pelos militares, e mesmo assim para decisões táticas do dia-a-dia. Nas empresas, essas perguntas têm sido feitas somente por algumas multinacionais, entre as quais a Unilever anglo-holandesa, em algumas empresas de petróleo (como a Shell) e as grandes trading companies japonesas.
No momento em que estas perguntas são feitas, torna-se claro que as informações de que uma empresa mais depende somente estão disponíveis numa forma primitiva e desorganizada, pois aquilo de que uma empresa mais necessita para suas decisões – em especial as estratégicas – são dados a respeito do que acontece fora dela. É para fora da empresa que estão os resultados, oportunidades e ameaças.
Até agora, os únicos dados do exterior que foram integrados aos sistemas de informações da maioria das empresas e aos seus processos de tomada de decisões são dados do dia-a-dia do mercado: o que os clientes existentes compram, onde e como. Poucas empresas têm tentado obter informações a respeito dos seus não-clientes, e muito menos integrar essas informações às suas bases de dados. Todavia, por mais poderosa que uma empresa seja em sua indústria ou em seu mercado, os não-clientes quase sempre são mais numerosos que os clientes.
As lojas de departamentos americanas tinham uma base de clientes muito grande, talvez trinta por cento do mercado de classe média, e possuíam muito mais informações a respeito dos seus clientes que qualquer outra indústria. Entretanto, o fato de elas deixarem de dedicar atenção aos setenta por cento que não eram clientes explica, em grande parte, por que hoje elas enfrentam uma séria crise. Em proporções crescentes, os não-clientes eram as jovens famílias afluentes, nas quais ambos os cônjuges trabalhavam, que constituíam o mercado em crescimento nos anos oitenta.
Os bancos comerciais, apesar de todos os dados estatísticos a respeito dos seus clientes, também não se deram conta – até ser muito tarde – de que um número crescente dos seus clientes em potencial haviam se tornado não-clientes. Muitos clientes em potencial haviam se voltado para papeis comerciais para seus financiamentos, ao invés de tomarem emprestado dos bancos.
Quando se trata de informações de fora do mercado – dados demográficos, comportamento e planos dos concorrentes atuais e em potencial, tecnologia, economia, mudanças que assinalam flutuações cambiais e movimentações de capital – ou não existem dados, ou são demasiado genéricos. Poucas tentativas foram feitas para se determinar o efeito que essas informações têm sobre as decisões da empresa. Como obter esses dados, testá-los e juntá-los ao sistema de informações existente para torná-los eficazes para o processo de decisões da empresa – este é o segundo maior desafio que hoje os usuários de informações têm diante de si.
Ele precisa ser enfrentado logo. Hoje as empresas dependem, para suas decisões, de dados internos, como custos, ou de hipóteses não testadas a respeito do exterior. Em qualquer caso, elas estão tentando voar com uma só asa.
Finalmente, o mais difícil dos novos desafios: há de se juntar os dois sistemas de informações que hoje as empresas administram em paralelo – o processamento de dados baseado em computador e o sistema contábil. No mínimo haverá de se torná-los compatíveis.
As pessoas normalmente consideram a contabilidade como sendo financeira. Mas isto é válido somente para a parte que lida com ativos, passivos e fluxos de caixa; esta é apenas uma pequena parte da contabilidade moderna. A maior parte lida com operações ao invés de finanças e, para a contabilidade operacional, o dinheiro é simplesmente uma anotação e uma linguagem para expressar eventos não-monetários. A contabilidade está sendo abalada até as raízes por movimentos de reforma que visam a fazer com que ela deixe de ser financeira e se torna mais operacional.
Existe a nova contabilidade transacional, que procura relacionar as operações aos seus ativos, do custo histórico para estimativas de retornos futuros esperados. A contabilidade tornou-se a área intelectualmente mais desafiadora no campo gerencial e a mais turbulenta. Todas essas teorias contábeis visam à transformação dos dados contábeis em informações para tomada de decisões pelos gerentes. Em outras palavras, elas têm as mesmas metas do processamento de dados por computador.
Hoje esses dois sistemas de informações operam isolados um do outro e em geral nem mesmo concorrem entre si. Nas escolas de administração eles são mantidos separados, com departamentos distintos de contabilidade e de ciência do comutador e diplomas também separados.
Os profissionais têm formações, valores e carreiras diferentes. Eles trabalham em departamentos diferentes, para chefes diferentes. Existe um diretor de informações para o processamento de dados por computador, normalmente com formação em tecnologia do computador. A contabilidade tipicamente reporta-se ao diretor financeiro, o qual emn geral tem experiência nas finanças da empresa e no gerenciamento do seu dinheiro. Em outras palavras, nenhum dos dois chefes pensa em termo de informações.
Os dois temas estão cada vez mais se superpondo e também produzindo dados que parecem conflitantes – ou no mínimo incompatíveis – a respeito do mesmo evento, pois o veem de formas diferentes. Até agora, isto tem criado pouca confusão. As empresas tendiam a prestar atenção naquilo que os seus contadores lhes contavam e a desprezar os dados dos seus sistemas de informações, ao menos para as decisões da alta direção. Mas isto está mudando, na medida que executivos conhecedores de computadores estão indo para posições de tomada de decisões.
Uma evolução pode ser considerada altamente provável: o gerenciamento do dinheiro – aquilo que hoje Peter F. Drucker chama de função de tesouraria – será separado da contabilidade (isto é, dos eu componente de informação) e terá pessoal e direção separados. Ainda não se sabe como será possível gerenciar os dois sistemas de informações. Mas é certo que nos próximos dez anos eles serão juntados (nas organizações que ainda não os juntaram), ou pelo menos decidir qual sistema faz o que.
O pessoal dos computadores ainda está preocupado com maior velocidade e memórias de maior capacidade. Mas cada vez mais os desafios não serão técnicos; ao contrário, eles estarão ligados à conversão de dados em informações utilizáveis. Outras informações podem ser obtidas no livro Administrando em tempos de grandes mudanças, de autoria de Peter F. Drucker.

O futuro da inteligência artificial na Educação

Texto de Ana Maria Diniz, do Estadão Online.

Esta semana fiquei intrigada com uma matéria que li na revista Forbes – The Future of Artificial Intelligence in Education –, na qual a editora Barbara Kurshan afirma que a inteligência artificial está avançando muito em vários setores, como na indústria, na saúde e no mercado financeiro, mas muito pouco na Educação. Eu mesma tenho escrito sobre o assunto aqui no blog – há um ano falei sobre como o Watson, o hiperavançado computador cognitivo da IBM, estava abrindo caminhos para uma reviravolta tecnológica sem precedentes no ensino –, e sei como as iniciativas ainda são pontuais.

Mas Bárbara Kurshan me instigou a fazer um balanço mais preciso sobre a inteligência artificial na Educação e tive boas surpresas. O relatório Intelligence Unleashed, elaborado pelo grupo britânico Pearson, mostra que a utilização de recursos de inteligência artificial na Educação tem avançado a passos largos. No mundo inteiro, cada vez mais escolas e universidades lançam mão das máquinas inteligentes para aprimorar o ensino e o aprendizado.

Entre as tecnologias mais disseminadas estão os sistemas inteligentes de tutoria, de aprendizado profundo e o uso de robôs em salas de aula. Os sistemas de tutoria, como o Third Space Learning e Carnegie Learning, identificam o passo a passo do processo mental do aluno no aprendizado da matemática, auxiliando o professor a pensar numa maneira mais efetiva de ensinar esse estudante de acordo com suas necessidades e talentos. Os sistemas de aprendizado profundo como o NVIDIA Deep Learning, por sua vez, buscam e sintetizam informações a fim de entregar um conhecimento personalizado, ou seja, focado no que cada aluno precisa e quer aprender.

 Há vários exemplos de iniciativas bem-sucedidas nessa área em diferentes cantos do planeta. Na Altschool, na Califórnia, os estudantes dispõem de uma plataforma personalizada com uma espécie de “playlist” (com textos, vídeos e exercícios) criada a partir das preferências e deficiências de cada aluno. A Summit School, um grupo de escolas charter também na Califórnia, está revolucionando a experiência de aprendizado meio de uma plataforma inteligente onde cada aluno aprende no seu ritmo e de forma customizada. O Mindspark, um imenso banco de dados criado na Índia, reúne de milhões avaliações realizadas nos últimos dez anos para personalizar o ensino.

No Brasil é possível encontrar algumas poucas experiências bem-sucedidas nesse sentido, geralmente em escolas de elite. Mas gostaria de salientar uma que acontece na rede pública, onde acredito que a tecnologia poderá ser muito transformacional. Desde maio deste ano, um dos núcleos de educação infantil da rede pública de Santa Catarina conta com três pequenos robôs que participam ativamente das aulas. Desenvolvidos por cientistas da Univali, os robozinhos interagem com os alunos de 4 a 7 anos a fim de melhorar o desenvolvimento cognitivo e motor e estimular o raciocínio lógico.

A inteligência artificial, diz o relatório da Pearson, ainda tem muito a agregar. E pode contribuir enormemente para a Educação de várias maneiras:

– Oferecendo aos alunos mentoria em tempo integral por meio de tutores virtuais;

– Dando aos alunos mais autonomia e personalizando a sua própria Educação. Por meio das plataformas personalizadas, eles têm condições para avaliar a própria performance e planejar os estudos de acordo com as dificuldades ou facilidades de cada aluno, desenhando uma trilha de aprendizado de curto e de longo prazo, a partir de preferências, talentos e necessidades individuais;

– Reunindo e cruzando informações sobre o desempenho de cada aluno e, assim, auxiliando o professor a formar grupos de alunos com as mesmas dificuldades e até mesmo criando mais desafios para aqueles mais avançados, o que é também um rico subsídio para o desenho do currículo e de novos métodos de ensino;

– Levando o aprendizado para fora das fronteiras da sala de aula, ampliando as possibilidades do aluno de aprender ao longo de sua vida por meio de projetos do seu interesse.

Tudo isso reforça a minha crença de que a inteligência artificial, que está transformando para melhor a saúde, a indústria e o setor financeiro, tem todo o potencial para nos ajudar a dar um salto incrível na Educação do país. Quem sabe em dez anos possamos tirar o nosso atraso se resolvermos usar a inteligência artificial de forma estratégica e diretiva, com o objetivo de aumentar significativamente o aprendizado de nossas crianças.