Como proceder na nova era da TI Analítica?

Implantar ou contratar a infraestrutura que sustentará toda a carga de análises, serviços de manutenção, monitoria e atendimento?

 

O que faz uma empresa ser considerada um sucesso? Muitos podem afirmar que é a quantidade de clientes, outros que é a receita gerada ao final de cada mês, enquanto alguns dirão que é a presença de uma marca em diferentes mercados e regiões do planeta. Mas, o que de fato faz a diferença entre vencer e fracassar no mundo dos negócios é a maneira como são tomadas as decisões críticas que impactam em todos os pontos citados acima.

Nesse sentido, a tecnologia tem um papel fundamental para tornar as companhias mais competitivas e seus gestores mais preparados para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades que irão surgir amanhã, no mês que vem ou nos próximos anos. A partir de informações estratégicas geradas por soluções e ferramentas de inteligência analítica, como Business Intelligence e Analytics, é possível viabilizar a geração de dados precisos sobre todos os processos do negócio, como vendas e compras, finanças, atendimento, estoque, contabilidade, etc..

Em outras palavras, são essas tecnologias capazes de analisar grandes volumes de dados, o famoso Big Data, que irão entregar insights e visão abrangente dos negócios, possibilitando tomadas de decisões mais assertivas e proativas. Com essas análises, as companhias podem criar indicadores mais detalhados de diversas rotinas, e identificar onde cortar custos, onde investir em melhorias, quais unidades geram mais renda, onde estão as perdas de receita, entre outros.

Mas não para por aí, para obter ainda mais diferenciais competitivos, é preciso pensar em como reverter essas informações obtidas em leads de vendas, fidelização de clientes, e outras oportunidades. Estou falando da geração de resultados. Afinal de contas, os insights fornecidos têm de virar algo tangível, ou não terão valor algum, não é mesmo?

E quem acha que este é um caminho que será trilhado apenas por alguns players do mercado em setores específicos, enquanto a maioria continuará exercendo suas atividades como sempre fez, está redondamente enganado.

Assim como os apps tornaram os smartphones indispensáveis para as nossas vidas, permitindo manter contato com outras pessoas, acessar dados e funções bancárias, organizar gastos pessoais, comprar e vender na internet, e inúmeras outras coisas, as soluções e ferramentas que permitem enxergar os negócios como um todo devem se tornar obrigatórias para gestores, diretores, gerentes, supervisores, coordenadores, ou qualquer outro tomador de decisão, basearem suas escolhas em fatos, e não em ‘achismos’.

No entanto, essa não será uma tarefa fácil. Nesse novo modelo de negócios, no qual as informações é que darão suporte às operações corporativas, as empresas terão de contar com infraestrutura de TI de ponta para sustentar toda a carga de análises, serviços de manutenção, monitoria e atendimento, sem falar na adequação e implantação das tecnologias analíticas. Fazer todas essas adaptações internamente, sobrecarregaria as equipes de TI, que têm outras prioridades em seu dia a dia.

Por isso, o outsourcing surge como a melhor opção. Mas fique atento na escolha do seu parceiro. É fundamental avaliar se ele está pronto para atender às mudanças que são necessárias para colocar os negócios nessa nova era, na qual a informação se tornou o combustível que mantém as organizações em movimento, sobrevivendo às crises, concorrentes e às transformações do segmento no qual atuam.

 

Governo lança plano para estimular tecnologia dentro da indústria

Plano foi elaborado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações após discussões com especialistas, empresários e pesquisadores

 

O governo federal lançou nesta quinta-feira, 14, um pacote de estímulo à modernização da indústria brasileira. Chamado de “Manufatura Avançada”, o plano tem o objetivo de levar ao setor o conceito 4.0, com a incorporação de tecnologias como robótica, nanotecnologia, e tecnologia de informação e internet das coisas ao processo produtivo.

O plano foi elaborado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) após discussões com especialistas, pesquisadores e empresários em todo o país. O governo aproveitou para analisar os programas de nações como Alemanha, China e Estados Unidos.

“O Brasil precisa atender a requisitos que envolvem tecnologia para aumentar a produtividade, como é o caso da manufatura avançada, que é um desafio global. Ao colocarmos em marcha esse plano buscamos dar resposta a isso”, disse o ministro do MCTIC, Gilberto Kassab.

O diagnóstico do governo é que há muita disparidade na aplicação de tecnologias pela indústria. O Brasil tem tecnologia de ponta na aviação comercial, petróleo e gás, agricultura, pecuária e tecnologia bancária. Além disso, há setores em que o País tem potencial para desenvolvimento, como as indústrias têxtil e calçadista, que hoje tem uso baixo de técnicas de manufatura avançada.

“Podemos combinar os setores em que somos competitivos com aqueles em que podemos ser”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do MCTIC, Álvaro Prata.

“O país que não priorizar ciência e tecnologia vai ficar à margem do desenvolvimento econômico e social”, acrescentou.

O plano estabelece algumas metas, como simplificação tributária para atração de investimentos e ampliação das possibilidades de isenção de imposto para empresas que investirem em pesquisa e desenvolvimento.

O programa prevê ainda ajustes na lei e em programas de financiamento públicos para permitir o enfoque em projetos com essa temática. O plano ainda precisa passar pelo crivo da área econômica do governo.

Outra preocupação é a preparação dos trabalhadores para essas mudanças nos processos industriais. A ideia é que o uso de tecnologias avançadas possa ser uma oportunidade para elevar a produtividade dos trabalhadores e reduzir as desigualdades sociais.

Com o plano de manufatura, o governo espera elevar a participação dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento na proporção do PIB de 1,28% em 2015 para 2% nos próximos anos, considerando dispêndios públicos e privados.

O objetivo é melhorar a posição do Brasil no Índice de Competitividade Global do Fórum Econômico Mundial, em que o País já chegou a ocupar o 48º lugar em 2013, mas caiu para o 81º em 2016.

No ranking da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, o Brasil está atualmente na 69ª posição, também pior que em 2013, quando estava na 64ª.

Tecnologia 5G pode chegar ao mercado ainda neste ano

De acordo com o site Tech Ao Minuto, Promessa deve dar o tom da convenção CES (Consumer Electronics Show) 2018, que começa na próxima semana.

 

A promessa da tecnologia 5G é clara: aumento massivo de velocidade, cobertura onipresente e capacidade de resposta tão rápida quanto preciso para dirigir veículos autônomos. Aos que têm dúvidas, vale lembrar que a chegada do 4G trouxe o Uber e as “lives” para o cotidiano do mundo inteiro, para citar dois exemplos.

A expectativa inicial era de que o 5G chegasse ao mercado em 2019. A multinacional AT&T, no entanto, espera fazer o relógio girar mais rápido. Conforme a CNet, a empresa informou, nesta quinta-feira (4), quer planeja lançar o primeiro smartphone 5G, em pelo menos uma dúzia de mercados, ainda em 2018.

Já a Verizon anunciou que planeja oferecer serviço 5G em bandas largas até dezembro. Nenhuma das empresas detalharam as próprias estratégias, mas a expectativa é que o 5G dê o tom da convenção CES 2018, que ocorre na próxima semana.