Qual a diferença entre Inteligência Artificial e Machine Learning?

Já falamos aqui, em um post anterior, sobre o que é Machine Learning (ML). E, frequentemente, em nossas redes, também divulgamos diversas notícias sobre Inteligência Artificial (IA). Hoje, então, vamos explicar a diferença entre esses dois conceitos/tecnologias.

A ideia da IA é a de criar sistemas capazes de realizar tarefas que, normalmente, só podem ser feitas com o auxílio do raciocínio humano. Ou seja, é a criação de softwares que conseguem recriar a forma como a nossa inteligência funciona para resolver problemas.

Mas, como isso é feito? É, então, que começamos a falar de ML. Machine Learning é um campo de estudo que pertence à Inteligência Artificial e que tem, como propósito, criar sistemas capazes de aprenderem sozinhos. Ou seja, a máquina aprende, por meio de um software de ML para, depois, realizar atividades que, antes, eram somente feitas por humanos (IA) – como recomendações de produtos, análise de dados, análise de sentimentos, atendimento via robôs/chatbots e muito mais!

Podemos sintetizar, finalmente, que Machine Learning é um processo/ramo da Inteligência Artificial. Em conjunto, essas áreas tecnológicas estão alterando principalmente a forma como as empresas entendem o comportamento do cliente e como estabelecem uma comunicação eficiente com o consumidor.

 

Com informações de:

https://chatbotsbrasil.take.net/inteligencia-artificial-e-machine-learning/

http://www.santodigital.com.br/entenda-a-diferenca-entre-inteligencia-artificial-e-machine-learning/

Inteligência artificial do Google consegue identificar pratos de restaurantes

O Google anunciou que o seu sistema de aprendizado de máquinas agora é capaz de reconhecer alimentos e identificar restaurantes. O cientista de dados Kenji Doi usou modelos de aprendizado de máquina e AutoML Vision para classificar tigelas de lámen, um prato da gastronomia japonesa, e identificar o restaurante em que cada tigela foi feita.

 

O AutoML Vision cria modelos de machine learning personalizados automaticamente, que ajudam a identificar padrões nas imagens para, por exemplo, classificar animais em estado selvagem, reconhecer tipos de produtos para melhorar uma loja online ou, nesse caso, classificar os pratos de comida.

 

A inteligência artificial analisou pratos de 41 restaurantes e teve uma taxa de precisão de 95%. Durante o aprendizado, o cientista usou 48 mil fotos de tigelas de sopa junto com etiquetas com o nome de cada loja. O modelo levou cerca de 24 horas no aprendizado, porém, um modo “básico”, que é menos preciso, consegue ficar pronto em 18 minutos.

O sistema é capaz de identificar diferenças muito sutis entre os cortes da carne ou o modo como as coberturas são servidas, para conseguir classifica os restaurantes e pratos.

App de notícias do Google com inteligência artificial está disponível para iOS

Na semana passada, o Google anunciou uma nova versão do aplicativo Google News, que usa inteligência artificial para selecionar notícias que podem interessar o usuário. Conforme relata o The Verge, até então, a ferramenta estava disponível apenas para o sistema Android e agora ela foi liberada para o iOS.

Assim como na versão Android, o aplicativo usa o aprendizado de máquina para que os algoritmos sejam capazes de vasculhar notícias longas ou complexas, dividi-las e apresenta-las em ordem cronológica de acordo com os interesses do usuário.

O aplicativo é dividido em quatro seções, sendo que a primeira reúne as cinco principais histórias que o software do Google acha que você deseja ler, junto de outros artigos escolhidos por algoritmos e notícias locais. Além disso, também tem as seções “Manchetes”, que são as notícias mais recentes.

 O usuário ainda conta com uma seção de favoritos, onde pode selecionar as suas fontes de notícias preferidas e salvar notícias para ler depois. Já a última seção, o Play Banca, permite que o usuário reúna os serviços de notícias que  são pagos mensalmente.
Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/app-de-noticias-do-google-com-inteligencia-artificial-esta-disponivel-para-ios/76068

Como implantar a Inteligência Artificial no suporte ao cliente

 

Da segurança de dados à gestão dos negócios, a Inteligência Artificial tem demonstrado diversas aplicações úteis para as organizações. E, para além de suas funções internas, a tecnologia, quando combinada aos chatbots, pode cumprir importante papel junto ao consumidor. Especialmente no que diz respeito a tarefas de atendimento passíveis de automatização. Para tanto, unem-se produção de linguagem natural, reconhecimento de fala e aprendizagem de máquina. Todas essas características fazem da Inteligência Artificial uma aliada da personalização e da agilidade no suporte aos clientes.

 

Além de garantir resposta imediata, a IA permite identificar padrões e fazer conexões para fornecer informações precisas e oportunas. Sem contar que a automatização de processos, informações, perguntas e transações frequentes também possibilita a redução de custos operacionais. Ao mesmo tempo, a Inteligência Artificial não deve tomar completamente o lugar de funcionários em serviços de suporte ao consumidor. A ideia é aumentar suas capacidades, liberando tempo para a resolução de problemas mais complexos.

 

COMSUMIDORES HIPERCONECTADOS

Com clientes cada vez mais conectados, o imediatismo e a informação em tempo real oportunizados pela Inteligência Artificial são cruciais. Sua capacidade de atendimento, posto que ilimitada, pode ser oferecida em tempo real, todos os dias do ano. Assim, a tecnologia elimina as longas e entediantes filas de espera e disponibiliza suporte 24 horas por dia. Além do atendimento mais rápido, a Inteligência Artificial reúne informações relevantes que podem ser utilizadas com ferramentas de Business Intelligence.

 

QUATRO RECURSOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
QUE POTENCIALIZAM O SUPORTE AO CLIENTE

Aaron – um chatbot de serviço ao cliente;
Brain – aplicativo de gerenciamento de chatbots;
DigitalGenius – software que leva poderes da Inteligência Artificial à sua central de contato;
Clarabridge – plataforma abrangente para gerar insights a partir de todos os pontos de contato digitais com o consumidor.

 

Notícia disponível em: http://www.itmanagement.com.br/2018/inteligencia-artificial-suporte-cliente/

Marketing e TI são os principais pilares da transformação digital, segundo pesquisa

Estudos indicam que as áreas de Marketing e TI estão no topo da transformação digital nas empresas em que atuam. Para 58% dos executivos, o ramo Digital é de extrema importância nas companhias. Ainda assim, quase metade dos profissionais pensam que as empresas onde trabalham não estão prontas para a transformação digital. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Michael Page.

 

Segundo o levantamento de dados, 46% das pessoas que responderam, apontaram que as companhias onde trabalham não estão preparadas para o processo de digitalização. Outra informação concedida pela mesma pesquisa mostra que 31% das empresas, ou seja, três em cada dez, não acompanham a velocidade digital no mercado. Esses dados indicam que ainda há resistência por parte das empresas.

A pesquisa também procurou saber se as empresas aceitariam passar por uma transformação digital em até dois anos, e 82% dos respondentes afirmam que o local onde trabalham provavelmente passará por esse processo, contra apenas 18% que não acreditam nessa possibilidade.

O estudo buscou entender se a transformação digital influenciaria positivamente sobre a produtividade dos profissionais. Cerca de 27% dos que responderam (a maior fatia) acredita em um aumento que varia de 50 a 80% na produtividade. Para 26%, tal mudança pode impactar entre 30 e 50%, enquanto que 18% creem em um impacto superior a 80%.

Há uma fatia de 15% apostando em um aumento total (de 100%) e outros 11% indicando ganhos de 10 a 30%. Apenas 2% dos respondentes acham que as melhorias seriam de até 10% e, somente, para 1% nada deve mudar. Em outras palavras, nove em cada dez participantes da pesquisa apostam que a transformação digital revolucionará sua rotina de trabalho, e acreditam também que sua posição não poderá ser substituída por máquinas (robôs).

 

Demanda por profissionais da área Digital cresce 50%

 

As marcas e empresas não estão poupando esforços na busca por profissionais do ramo digital. De acordo com informações da Michael Page, a procura por especialistas, analistas, gerentes e coordenadores cresceu 50% até outubro de 2017. Os cargos mais visados do segmento foram nas áreas de Marketing de Performance, User Experience e de Transformação Digital. Isso se dá pela atual conjuntura do mercado que está à procura de pessoal com viés analítico, orientados em viabilidade de negócio e resultado. A busca é, principalmente, por profissionais mais objetivos, com formações técnicas, como os engenheiros.

Aqueles que buscam espaço no mercado digital ainda têm tempo para fazer essa transição, uma vez que há uma grande demanda de executivos interessados em vagas de Performance (área em que o profissional pode acompanhar o desempenho de operações da empresa no ambiente digital). Para quem pensa em migrar para esse universo, os cargos mais visados para os próximos anos serão os de posições mais sêniores, como gerentes sêniores de performance, gerentes sêniores de UX, CDOs (Chief Digital Officers) e customer success managers. Isso se deve ao fato de que tais posições têm escopo e responsabilidades maiores dentro de segmentos que enxergam o consumidor no intuito de melhorar a interação digital.

Através da Consultoria Digital, torna-se possível divulgar um negócio ou uma marca para o máximo de pessoas dentro de um público-alvo que esteja mais propenso a comprar o produto ou serviço em questão.
Com auxílio da empresa Consultoria Digital, é possível investir em consultoria de SEO, que tem por objetivo melhorar o posicionamento do seu site nos mecanismos de buscas, como o Google ou Bing, visando atrair mais clientes, aumentar a geração de leads e vendas através de seu site.

 

Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/dino/marketing-e-ti-sao-os-principais-pilares-da-transformacao-digital-segundo-pesquisa,c2dbdcde6e8385abe6ffacff59314132bzpkv9dg.html