Até 2025, máquinas serão clientes e farão compras sozinhas

Novo estudo da Bain & Company revela que a tecnologia prevenirá 70 por cento das fatalidades na área da saúde e reduzirá em 80 por cento as transações em dinheiro.

 

Um foco profundo no aprimoramento da experiência do cliente se enraizou em muitos mercados emergentes, que estão bem à frente de seus concorrentes de mercados mais desenvolvidos na Europa e na América do Norte. Especificamente, a análise preditiva, os sensores em produtos e a experiência personalizada por Inteligência Artificial e Advanced Analytics tornaram-se os recursos mais amplamente utilizados nos mercados B2C e B2B, segundo resultados de um estudo recente da Bain & Company, com 700 empresas em todo o mundo, sobre 20 ferramentas para melhorar a experiência do cliente em quatro categorias: detecção, decisão, atuação e gerenciamento.

Até 2025, o sentimento do cliente será captado pelo uso de sensores biológicos (ex.: retina, temperatura do corpo, batimentos cardíacos) para detectar suas emoções. Na América Latina, 52%; Europa, 48%; América do Norte, 34%; e Ásia-Pacífico, 66%.

Biotecnologias em escala nano (ex.: dispositivos e sensores embutidos no corpo) ajudarão a prevenir 70% das fatalidades e melhorarão o tratamento de doenças crônicas. Na América Latina, 52%; Europa, 39%; América do Norte, 34%; e Ásia-Pacífico, 60%.

E as máquinas se tornarão clientes, à medida que as pessoas passarem a delegar decisões a seus bots. Na América Latina, 40%; Europa, 41%; América do Norte, 31%; e Ásia-Pacífico, 54%.

A  maioria das empresas ouvidas (pouco mais de 70%) acredita que os dispositivos de geolocalização vão avisar o varejista quando um comprador chegar à loja, para que este possa ser mais bem atendido. Que os varejistas saberão quando um cliente ficar sem um produto e o entregarão automaticamente. E que as transações em dinheiro encolherão em 80%, graças ao aumento dos pagamentos biométricos e por celular.

Três temas aparecem como prioritários pelos líderes: otimização de custo e previsão das necessidades do cliente, experiência personalizada e aprimoramento de privacidade e segurança.

Quais ferramentas os líderes pretendem adotar?

– Para otimização de custos e previsão das necessidades do cliente: Analytics preditiva (76%) e Inteligência Artificial (72%)

– Para privacidade e segurança: ferramentas biométricas (68%) e gerenciamento de privacidade (68%).

Muitas tecnologias servem para diferentes propósitos. Um exemplo é a análise preditiva, que pode ser usada em call centers e na previsão de estoques em lojas espalhadas pelo País.

O mix de ferramentas usado pelos líderes varia um pouco do resto do pacote. Eles estão investindo diferentemente em soluções que produzem três resultados: otimização de custo e previsão das necessidades do cliente; experiência personalizada; e aprimoramento de privacidade e segurança. Mas a ferramenta mais eficaz, relatam, é o gerenciamento de episódios. Já o menos eficaz é a automação da força de vendas.

Fonte: Cio.com.br

Anatel inicia nova fase de bloqueio de celulares piratas em 10 estados

A Anatel começou uma nova fase de bloqueio de celulares piratas no Brasil. Com a expansão do programa Celular Legal, a agência começou a disparar alertas para dez estados, para avisar usuários que estejam usando um aparelho irregular de que aquele dispositivo será desativado.

Com essa nova etapa, os aparelhos irregulares em atividade nos estados do Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia e Tocantins.

A Anatel dá um prazo de 75 dias de adequação após a disparada do alerta. Os aparelhos que estão irregulares recebem uma mensagem bem direta avisando sobre a situação, orientando o usuário a acessar a página da agência ou telefonar para um número para obter mais informações sobre o bloqueio.

Nesta segunda fase de bloqueios, os aparelhos deverão ser inutilizados e impossibilitados de se conectarem às redes móveis a partir do dia 8 de dezembro deste ano. Na primeira etapa, a Anatel bloqueou 41.827 aparelhos irregulares em Goiás e no Distrito Federal.

A próxima etapa acontecerá apenas no ano que vem, abrangendo a região Nordeste e os demais estados do Norte e do Sudeste. Os avisos começarão a chegar no dia 7 de janeiro de 2019, enquanto os bloqueios acontecerão em 24 de março.

Como saber se o seu celular é pirata

De acordo com a Anatel, celulares piratas são todos aqueles que não possuem IMEI registrado no banco de dados da GSMA, uma organização internacional que registra aparelhos de diversas fabricantes e operadoras de todo o mundo.

Ou seja, celulares importados de marcas conhecidas, mesmo que não sejam homologados e vendidos oficialmente no Brasil, não são afetados, desde que sejam registrados pelo GSMA. Você pode conferir a situação do IMEI do seu aparelho com a Anatel clicando aqui.

A Anatel recomenda que o usuário verifique “se o número que aparece na caixa, o número do adesivo e o número que aparece ao discar *#06# são os mesmos. Caso os números apresentados forem diferentes, há uma grande chance de o aparelho ser irregular”.

 

Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/anatel-inicia-nova-fase-de-bloqueio-de-celulares-piratas-em-10-estados/78603

O que é SDS?

Com a evolução da computação em nuvem, o modo como os softwares e as redes de computadores são administradas vêm mudando com frequência. Um bom exemplo dessa mudança é o Software Defined Storage, que em tradução literal significa “armazenamento definido por software”. Mas o que isso significa e qual é o impacto gerado para as empresas?

O que é Software Defined Storage (SDS)?

Software Defined Storage ou armazenamento definido por software, é um conceito relacionado à computação em nuvem que surgiu há pouco tempo. A ideia por trás dessa tendência está na capacidade de se definir a estratégia de armazenamento de hardware com base nas necessidades do próprio software, ou seja, o armazenamento que pode ser flexível e utilizado sob demanda, com base em políticas automatizadas. A ideia do SDS é ser gerenciado por aplicativos capazes de fazer essa alocação de armazenamento dos recursos de hardware com base no uso e na carga de trabalho do próprio software, independentemente do mesmo ser virtualizado ou não.

A influência de SDS no mercado

Muitas empresas já estão interessadas nessa nova abordagem, e, principalmente, os fornecedores de armazenamento precisam estar prontos para ela. O fato é que devem possuir softwares capazes de gerenciar o hardware do data center de maneira automatizada, para que SDS seja eficaz. Juntamente com o Software Defined Storage, esses mesmos fornecedores devem podem adotar também o conceito de Software Defined Network (SDN), que é bem parecido com o SDS, porém está relacionada à capacidade de traçar uma estratégia de rede baseada e gerenciada pela demanda do software. Essas duas abordagens são derivadas do conceito de Software Defined Data Center (SDDC), que seria um data center completamente gerenciado por softwares.

O software é quem dita as regras

É interessante destacar que, cada vez mais, os serviços de tecnologia da informação estão sendo gerenciados por softwares, facilitando a sua migração para os data centers de computação em nuvem e simplificando para a empresa a preocupação com a infraestrutura. Justamente por isso, o armazenamento definido por software é uma tendência que deve ganhar muita força no mercado, e pode ser apenas uma questão de tempo para se tornar um padrão para os novos serviços de computação em nuvem.

Como se beneficiar disso?

Para quem contrata os serviços de computação em nuvem, o Software Defined Storage vem como uma ótima opção para otimizar o uso dos recursos, de forma que seja possível, inclusive, reduzir custos, através do uso sob demanda dos serviços de armazenamento de hardware, o que é muito vantajoso. A tecnologia dos data centers está evoluindo para fornecer melhores serviços aos seus clientes, o que acaba gerando melhores condições e mais atrativos para quem precisa contratar esses serviços. É por isso que as empresas estão migrando seus produtos e serviços para a nuvem.

 

Disponível em: http://www.vert.com.br/blog-vert/conheca-sds-software-defined-storage-e-como-se-preparar-para-essa-tendencia/

 

MP vai investigar a forma como o YouTube trata os dados de crianças

Hoje não é um bom dia para o Google quando o assunto é a intervenção de autoridades sobre suas atividades. Depois de levar uma multa bilionária na Europa, a empresa também se tornou alvo de investigação do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios) pelo modo como lida com os dados de crianças usuárias do YouTube.

A questão gira em torno do fato que há toneladas de conteúdo voltado para crianças na plataforma, enquanto os termos de uso do YouTube apontam que o usuário deve afirmar ser maior de 18 anos, ser emancipado ou ter autorização de adultos responsáveis. O MPDFT, no entanto, aponta que não há qualquer processo de verificação, o que significa que deve haver crianças usando o serviço e tendo suas informações coletadas sem o devido consentimento legal.

A justificativa para lançar essa investigação é de que o Código de Defesa do Consumidor não permite que um fornecedor de serviços se aproveite de fraqueza ou ignorância do consumidor em razão de sua idade. Da mesma forma, a publicidade que se aproveite da falta de julgamento de uma criança também é ilegal.

Fato é que o Google afirma em seus termos de serviço e política de privacidade que coleta grandes volumes de informações pessoais dos usuários, que incluem, como aponta o MPDFT, “nome, e-mail, número de telefone, cartão de crédito, versão do sistema operacional, detalhes de como o usuário utilizou os serviços Google, informações de registro de telefonia e endereço de protocolo de internet (IP)”. Ao fazer isso com crianças, a empresa pode estar infringindo a lei.

Essa é só mais uma das polêmicas envolvendo o tratamento do YouTube com crianças. O aplicativo YouTube Kids, que visa oferecer apenas conteúdo seguro para crianças com rígido controle parental, recentemente foi alvo de críticas por deixar passar conteúdo impróprio.

O YouTube também tem enfrentado uma investigação similar nos Estados Unidos. O FTC (sigla para Comissão Federal do Comércio) também decidiu prestar maior atenção nas práticas comerciais da plataforma de vídeos quando o tema é o tratamento de dados infantis.

 

Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/mp-vai-investigar-a-forma-como-o-youtube-trata-os-dados-de-criancas/77471

Tecnologia atrasada é empecilho para trabalhar, dizem funcionários

Computadores lerdos, sistemas desatualizados e programas defasados fazem parte da rotina de muitos profissionais brasileiros – e isso gera frustração com o empregador e entraves na hora de fazer o próprio trabalho, segundo um levantamento da empresa de segurança da informação Unisys.

Realizada com 12 mil funcionários de empresas de diversas indústrias em 12 países, entre eles mais de mil entrevistados brasileiros, a pesquisa identificou dois grupos de profissionais, aqueles que consideram suas companhias líderes em termos de tecnologia e aqueles que sentem que elas estão defasadas em relação ao mercado.

Entre os brasileiros que trabalham em companhias consideradas defasadas, 43% relatam ter computadores, celulares e outros dispositivos desatualizados e afirmam que isso é um entrave na hora de trabalhar. Cerca de um terço considera que a tecnologia disponibilizada pela empresa não é suficiente para acompanhar o ritmo de trabalho e que a equipe de TI não oferece o suporte adequado às necessidades da companhia. Um número similar também acha que a organização distribui a tecnologia de forma desigual, e que nem todo mundo tem acesso às ferramentas necessárias para trabalhar.

Mais da metade dos que atuam em empresas defasadas (52%) dizem se sentir frustrados com os empregadores por causa dos dispositivos tecnológicos aos quais têm acesso, e 13% afirmam que isso contribui para a vontade de trabalhar em outro lugar. Nas companhias com alto nível de tecnologia, só 3% se sentem frustrados, e 47% consideram que a disponibilide tecnologia de ponta ajuda na motivação.

A pesquisa indica que uma das consequências do atraso tecnológico é agir por conta própria – o que pode resultar em riscos de segurança para as companhias. No Brasil, mais da metade dos profissionais entrevistados usam smartphones pessoais e 30% usam o próprio notebook para trabalhar, números acima da média global.

A grande maioria (71%) também baixa aplicativos e softwares sem a autorização da empresa ou o suporte da equipe de TI, por considerar que eles são melhores do que o disponibilizado ou porque a companhia não ofereceu alternativa nenhuma. Uma maioria também admite ter contornado protocolos de segurança para ser mais produtivos.

Fabio Abatepaulo, diretor de transformação digital da Unisys para América Latina, destaca a importância de as empresas pensarem na segurança da informação de forma ampla, mas deixar que isso dificulte muito a vida do funcionário. “Não há como negar a importância da segurança, mas isso não pode acontecer às custas do acesso”, afirma.

Na Europa, onde o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR, na sigla original) entrou em vigor em maio, até as mesas dos funcionários viraram alvo de atenção.

Disponível em: https://www.valor.com.br/carreira/5642569/tecnologia-atrasada-e-empecilho-para-trabalhar-dizem-funcionarios

Brasileiros criam tecnologia que recicla metais preciosos de lixo eletrônico

O lixo eletrônico é um problema global, mas uma equipe de brasileiros está decidida a ajudar no combate à questão. Pesquisadores do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, de Campinas (interior de São Paulo)desenvolveram uma tecnologia capaz de extrair metais preciosos do lixo eletrônico, para que sejam reciclados.

Ali, são usados processos mecânicos, de hidrometalurgia e biometalurgia. A técnica é capaz de extrair e separar para reciclagem materiais como ouro, prata, cobre e paládio (presentes em placas de computadores e dispositivos móveis). Ainda, o processo permite o descarte de metais pesados presentes em tais componentes.

O projeto, que se chama Rematronic, começou em 2014, contando com investimentos de R$ 8 milhões do BNDES, além da parceria com a Gestora de Resíduos Industriais (GRI), detentora de parte da propriedade intelectual da tecnologia. Agora, a equipe trabalha em uma planta industrial piloto para levar a tecnologia a uma escala maior, analisando, assim, sua viabilidade para o uso comercial.

Além da reciclagem de placas de computador e chips de celulares, o projeto visa aproveitar seu know-how para criar soluções para outros tipos de resíduos eletrônicos, como pilhas e baterias, que também contaminam o meio-ambiente em descartes inadequados.

 

Disponível em: https://canaltech.com.br/meio-ambiente/brasileiros-criam-tecnologia-que-recicla-metais-preciosos-de-lixo-eletronico-117192/

Tecnologia de áudio pode fazer fones de ouvido virarem coisa do passado

No que depender de uma empresa chamada Noveto, fones de ouvido podem se tornar coisa do passado. A startup está desenvolvendo uma tecnologia de “áudio focado”, que faz com que o som de dispositivos seja direcionado para seus ouvidos, impedindo que qualquer pessoa ao seu redor escute o que você está ouvindo.

Como relata o site Business Insider, o primeiro produto da empresa se chama Sowlo, que é um dispositivo não muito diferente de um soundbar ou caixa de som Bluetooth. A diferença, no entanto, é sua capacidade de levar o som diretamente para os ouvidos dos seus usuários.

Som direcional, no entanto, não é uma tecnologia nova. Já existe tecnologia que fazem com que o áudio siga uma linha reta e não se espalhe; o problema é que o usuário precisa manter o ouvido exatamente alinhado com a saída de som para escutar alguma coisa. O que a Noveto faz é misturar essa tecnologia com reconhecimento de imagem 3D para descobrir onde estão as orelhas do usuário para ajustar a saída de som diretamente para as orelhas.

A ideia da empresa é ir além de fornecer equipamento de áudio dedicado como o Sowlo. A companhia prevê um futuro em que sua tecnologia seria incorporada a outros tipos de aparelhos como celulares, tablets, TVs, monitores, ou até mesmo esteiras ergométricas. Para isso, no entanto, seria necessário fechar parcerias com fabricantes destes aparelhos.

A tecnologia é interessante por dispensar os fones, que por melhores que sejam costumam causar algum tipo de desconforto. No entanto, ela tem seus pontos fracos: ela não permite o isolamento sonoro, então você continua escutando o que acontece ao seu redor, e o seu rosto precisa estar em uma posição onde o áudio possa alcançar os dois ouvidos. Se você resolver olhar para o lado, por exemplo, só uma das orelhas será alcançada.

A empresa prevê que seus primeiros produtos cheguem ao mercado em 2019, ainda sem previsão de preço.

 

Disponível em: https://olhardigital.com.br/noticia/tecnologia-de-audio-pode-fazer-fones-de-ouvido-virarem-coisa-do-passado/77063