Os 9 profissionais em TI mais disputados no atual mercado de trabalho

A explosão de tecnologias e novos produtos digitas tem impulsionado a carreira de profissionais de Tecnologia da Informação (TI). Mas quais as carreiras mais demandadas atualmente?

Pesquisa realizada pela Page Personnel, consultoria de recrutamento especializada em cargos técnicos e de suporte à gestão, pertencente ao PageGroup, aponta que desenvolvimento de software, gestão de projetos e infraestrutura são algumas das especialidades mais buscadas por empresas do setor.

Segundo o Barômetro de TI, estudo realizado pelo PageGroup junto aos profissionais da área de tecnologia com o objetivo de mapear esse mercado, os especialistas que dominarem essas áreas terão mais chances de oportunidades de trabalho no setor.

A expectativa, segundo a consultoria, é de que a procura por esses profissionais seja ativa até o final de 2019. Para realizar esse estudo, o PageGroup contou com a participação de 1745 respondentes e análise dos currículos de cerca de 17 mil profissionais de tecnologia de diversas empresas e setores.

Confira os perfis profissionais que as companhias procuram, faixa salarial e análise dos consultores para a demanda crescente:

Desenvolvimento de software:

O que faz: profissional que desenvolve ou faz manutenções e melhorias de softwares em diversos tipos de sistemas.

Perfil da vaga: especialista em programação. Normalmente são profissionais que se especializam em uma linguagem de programação e segmento de atuação de mercado.

Salário: R$ 5 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta: momento de mercado de desenvolvimento de software extremamente aquecido. Necessidade de profissionalizar sistemas webs e construção de projetos mais complexos e sólidos.

Projetos de ERP

O que faz: profissional que desenvolve projetos de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning). Atua no levantamento de requisitos, mapeamento de processos e modelagem de dados, estuda e implementa sistemas de acordo com as regras de negócio acordado. Soluciona bugs técnicos, indica o caminho a seguir, mostrando possíveis soluções. Atua também no treinamento de usuários e criação de documentação.

Perfil da vaga: Perfil muitas vezes dividido entre “funcional” e “programador” onde o primeiro é responsável pelo contato com usuários e levantamento dos requisitos e o segundo é responsável pela programação do sistema em si. Em alguns casos encontra-se profissionais “híbridos” com ambas atuações.

Salário: R$ 2 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: necessidade de uso de sistemas de gestão interna das empresas.

Gestão da Informação/Banco de dados

O que faz: profissional responsável por gerenciar, instalar, configurar, atualizar e monitorar um banco de dados ou sistemas de bancos de dados de uma ou mais empresas.

Perfil da vaga: Profissionais especialistas em um banco de dados específico ex: Oracle, SQL, etc. Possui conhecimentos em linguagens específicas de banco de dados e conhecimentos em estruturas de banco de dados.

Salário: R$ 3 mil a R$ 9 mil

Motivo para alta: Necessidade de profissionais que dominem e consigam ligar com um constante aumento no volume de dados armazenado e integrado nas empresas.

Gestão de projetos

O que faz: gerente de projetos é um profissional que tem a responsabilidade de planejar e controlar a execução de projetos em desenvolvimento de software.

Perfil da vaga: Profissionais normalmente generalistas e analíticos, sempre abertos a mudanças e com forte contato com diversas áreas de negócios dentro da empresa. Normalmente são profissionais que tiram certificações e se especializam em uma metodologia específica de gestão de projetos. Podem seguir para área de projetos ágeis ou projetos tradicionais (cascata).

Salário: R$2,5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: crescente expansão de diversos projetos simultâneos na área de TI, por isso a necessidade de profissionais especializados em gestão de projetos.

Suporte

O que faz: Profissional responsável por prestar suporte/assistência a clientes internos ou externos com objetivo de solucionar problemas técnicos.

Perfil da vaga: Profissional que terá muito contato com clientes internos e externos para atender a chamados e demandas de suporte à tecnologia. É extremamente comum que seja exigido fluência em outros idiomas para esta posição.

Salário: R$ 1,5 mil a R$ 5,5 mil

Motivo para alta: necessidade de suportar as operações de grandes empresas para suporte a suas tecnologias.

Usabilidade/Interface/Interação (UX / UI)

O que faz: responsável pela experiência de uso de uma interface — a forma como ela guia o usuário, como ele se sente utilizando aquele sistema e qual é a forma como a interface é apresentada.

Perfil da vaga: Profissional responsável pela elaboração de mapas de navegação do usuário, testes de usabilidade, criação, desenvolvimento e implementação de soluções inovadoras e atraentes, prototipação, fluxo do usuário e de processos, ligando a interação comunicativa às ideias de Design.

Salário: R$ 4 mil a R$ 15 mil

Motivo para alta em 2018: necessidade das empresas em cuidar da experiência que seus usuários têm com seus produtos e serviços.

Business Intelligence

O que faz: o profissional de Business Intelligence (BI) controla e analisa as iniciativas do cliente no ambiente digital, bem como seus indicadores e metas.

Perfil da vaga: Responsável por análises micro e macroscópicas do mercado a fim de otimizar a gestão dos negócios. A partir da análise de dados, o profissional de BI define novos padrões e melhores práticas de desenvolvimento, além de identificar bases de dados que serão fontes de informação para o crescimento da empresa.

Salário: R$ 5 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta: necessidade das empresas em proporcionar inteligência gerencial ao negócio.

Infraestrutura/Redes/Sistemas

O que faz: responsável por gerenciar projetos e operações de serviços de Tecnologia da Informação.

Perfil da vaga: profissional que irá gerenciar um projeto em todos seus estágios, planejar e gerenciar toda área de TI, envolvendo infraestrutura e sistemas, engenharia de processos, elaborar estratégias e procedimentos de contingências, visando a segurança a níveis de dados, acessos, auditorias e a continuidade dos serviços dos Sistemas de Informação.

Salário: R$ 2 mil a R$ 28 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança dos dados e das informações e grande tendências da utilização de sistemas integrados.

Segurança da Informação

O que faz: consiste na “proteção da informação de vários tipos de ameaças para garantir a continuidade do negócio, minimizar o risco ao negócio, maximizar o retorno sobre os investimentos e as oportunidades de negócio”.

Perfil da vaga: profissional que gerencia as oportunidades de aplicação de tecnologia e interage com outras áreas de maneira a assegurar a segurança das informações da empresa.

Salário: R$ 4 mil a R$ 20 mil

Motivo para alta em 2018: alta necessidade de segurança da informação e privacidade dos dados.

 

Disponível em: http://idgnow.com.br/carreira/2018/11/06/os-9-profissionais-em-ti-mais-disputados-no-atual-mercado-de-trabalho/

Publicado em: TI Marcado como: 2019

QUAL A FUNÇÃO DE UM SERVIDOR DE COMPUTADOR?

Hoje em dia, muito se fala em servidores de computador: servidores físicos, servidores em nuvem e infinitas possibilidades de armazenamentos. Mas, você sabe para que, exatamente, serve um servidor?

Nós explicamos. Um servidor é, basicamente, um hardware com grande capacidade de processamento de dados e armazenamento, que tem a função de armazenar e processar várias aplicações e vários servidores virtuais ao mesmo tempo, sendo o seu principal objetivo fornecer recursos e serviços em uma rede de computadores corporativa.

Em empresas, por exemplo, o servidor pode ser dedicado ao armazenamento e distribuição de arquivos na rede, ou seja, para que todas as pessoas autorizadas tenham acesso. Também, pode ser dedicado a banco de dados, usado para armazenar detalhes de contato de clientes e informações sobre pedidos, transportes, registros de pagamento etc.

Quer saber mais sobre outras funções dos servidores? Aqui na Infodive, nossa equipe comercial te ajuda a escolher o melhor para as necessidades da sua empresa. Conte conosco!

Estratégia de proteção não é unanimidade

A falta de alinhamento entre políticas de segurança e práticas de negócio continua atrapalhando a evolução da estratégia de proteção de dados nas empresas. Um estudo realizado pela Varonis com 345 executivos e profissionais de TI e segurança nos Estados Unidos, no Reino Unido, na França e na Alemanha, deu uma série de exemplos disso que podemos encontrar facilmente no Brasil, especialmente diante das novas exigências feitas pela nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

De acordo com o estudo, que dividiu os resultados de acordo com as respostas de dois grupos distintos, os profissionais da área de TI e segurança da informação, e os executivos, há um aparente progresso em relação à questão do alinhamento entre a estratégia de segurança digital e o negócio. O problema, no entanto, fica evidenciado quando analisamos os detalhes.

Um dos principais exemplos de alinhamento é em relação a quais dados os grupos acreditam que precisam ser mais protegidos. Os dois concordaram que, em primeiro lugar, vêm os dados de clientes e pacientes, seguidos das informações de propriedade intelectual. No entanto, quando chegamos à terceira prioridade, encontramos uma diferença de visão considerável: enquanto o grupo de executivos classificou os dados de funcionários como mais importantes, os profissionais de TI e segurança classificaram os dados financeiros como os mais importantes.

Mais surpreendente ainda foi a divergência de respostas de cada grupo sobre o impacto de uma violação de dados para o negócio: enquanto os profissionais de segurança estão mais preocupados com os danos à imagem da empresa, os executivos estão mais preocupados com os custos de remediação.

Apenas essas duas discordâncias são suficientes para concluirmos que existe uma falta de alinhamento notável entre os profissionais de TI e segurança e o C-Level. Sem esse estudo, o mais provável seria supor que os executivos estão mais preocupados com a reputação da empresa do que os profissionais da área técnica. A razão para isso pode ser algo simples: os líderes do negócio, obviamente, entendem mais de negócios do que de segurança e, consequentemente, estão mais preocupados com o que não entendem completamente.

Foco nos dados é a chave para o melhor alinhamento 

Diante deste cenário, os profissionais de segurança acabam tendo dificuldades para encontrar as melhores métricas para se reportar aos líderes de negócio, e a melhor saída para isso é focar nos dados, afinal, ninguém invade uma rede corporativa para roubar registros do funcionamento da rede – o foco é sempre a transferência e o roubo de informações ou a privação do acesso por meio de ataques como DDoS e ransomware.

Apesar de a TI ter consciência da importância de proteger os dados, os líderes de negócio ainda estão começando nessa jornada. A maioria das empresas este ano vai ter entre 30% a 50% mais dados do que tinham no último ano, e isso só deve aumentar. Para lidar com um problema que só cresce, as equipes de TI precisam de um budget crescente, mas os relatórios de desempenho acabam não revelando essa necessidade justamente porque as métricas encontradas não transmitem isso aos executivos.

Uma evidência desse problema é o fato de o estudo ter apurado que 91% dos profissionais do grupo de TI acreditam que a empresa está fazendo progresso na área de segurança, enquanto 69% dos líderes de negócio afirmam ver esse progresso. Isso acontece porque os profissionais de segurança estão mais atualizados em relação aos efeitos dos avanços de tecnologias como machine learning, o que os leva a crer que sua estratégia está melhorando.

Os líderes de negócio, por outro lado, tendem a ter uma visão mais binária e, por isso, têm mais dificuldade para enxergar o impacto das novas tecnologias. Além disso, enquanto 88% dos entrevistados do grupo de TI afirmam que podem quantificar os efeitos das medidas de segurança, 68% dos executivos concordaram.

Por fim, quando perguntados se acreditam que a abordagem do planejamento de segurança está alinhada com os riscos e objetivos da empresa, 96% do grupo de TI responderam afirmativamente, enquanto 73% dos líderes de negócio concordaram. Na América Latina, dados divulgados este ano pela Frost & Sullivan revelam que 30% das empresas ainda não conseguem ou não tem claro o alinhamento da estratégia de TI com o negócio.

Seja devido à falta de entendimento dos executivos ou pela falta de habilidade dos profissionais de TI e segurança para encontrar as métricas certas para dar um panorama mais relevante à diretoria, essa falta de alinhamento é uma das principais razões por que a adoção de novas tecnologias caminha lentamente – de nada adianta propor novas tecnologias sem as métricas adequadas para medir e comprovar sua efetividade.

 

Disponível em: https://www.baguete.com.br/noticias/27/09/2018/estrategia-de-protecao-nao-e-unanimidade

 

5 TEDs para ampliar a visão sobre o futuro da TI

Palestras mostram ensinamentos sobre tecnologias que são tendência e como usá-las de maneira assertiva

Mais do que atualização de ferramentas e forma de trabalhar, a evolução da tecnologia transforma a maneira como as pessoas interagem e afeta diretamente suas expectativas. Nesta seleção de cinco palestras dadas no TED,  grandes nomes trazem provocações e conceitos importantes sobre o Futuro da TI, a serem considerados em qualquer esfera da vida humana.

1. Don’t fear intelligent machines. Work with them
Para tirarmos o máximo proveito da tecnologia, devemos enfrentar nossos medos. Segundo Garry Kasparov, um dos maiores jogadores de xadrez da história – e que perdeu uma partida memorável para o supercomputador Deep Blue, da IBM, em 1997 -, devemos superar esses medos para tirar o melhor proveito da humanidade. No TED, Kasparov compartilha sua visão de um futuro em que as máquinas nos ajudam a transformar nossos sonhos em realidade.

2. How to get empowered, not overpowered, by AI
Pesquisadores de Inteligência Artificial acreditam que os robôs vão superar os humanos em todas as tarefas e empregos nas próximas décadas, com um futuro restrito às leis da física e não de nossa inteligência. Nessa palestra, o físico e cientista do MIT Max Tegmark fala sobre ameaças reais emedidas concretas que devemos tomar para que o contato com a IA seja o melhor possível.

3. The rapid growth of the chinese internet and where it’s headed
Em um crescimento constante, a internet chinesa já apresenta mais usuários que as populações combinadas dos EUA, Reino Unido, Rússia, Alemanha, França e Canadá. Mesmo com imperfeições, a vida dos chineses foram elevadas por conta disso, segundo Gary Liu, CEO do South China Morning Post. Na palestra, Liu fala sobre o desenvolvimento da indústria de tecnologia chinesa e cita o uso de IA nas viagens de trem no país.

4. The mission to create a searchable database of earth’s surface
Will Marshall, do Planet, usa a maior frota de satélites do mundo para capturar imagens da terra todos os dias. No entanto, a novidade é o uso de inteligência artificial para indexar objetos do planeta ao longo do tempo. Basicamente, seria possível pesquisar navios, árvores, casas e outras coisas como quando se busca uma informação no Google. No TED, Marshall compartilha a visão sobre o funcionamento desse banco de dados e como isso pode se tornar um registro vivo de mudanças físicas no planeta. Segundo ele, a ideia é “dar a ferramenta para as pessoas e agir”.

5. How we need to remake the internet

No início da cultura digital, Jaron Lanier ajudou na criação de uma visão da internet como um bem público comum, onde a humanidade poderia compartilhar conhecimento. No entanto, foram criados dispositivos pessoais que controlam nossas vidas, monitoram os nossos dados e nos alimentam de estímulos. Nessa palestra, Lanier fala sobre um “erro trágico” da cultura digital e como podemos desfazê-lo.

 

Disponível em: http://oi.itforum365.com.br/tecnologias/5-teds-para-ampliar-visao-sobre-o-futuro-da-ti

 

Publicado em: TI Marcado como: TED

Confiança é o novo campo de batalha para a área de TI, aponta KPMG

Compliance e gerenciamento de riscos operacionais passaram a ser prioridade para quase quatro mil líderes em tecnologia de todo o mundo, segundo o estudo CIO Survey 2018, realizado pela KPMG com a Harvey Nash. Quase 25% a mais dos entrevistados, em relação ao ano passado, estão priorizando melhorias em segurança cibernética.

“Essas duas áreas representam as prioridades de TI que estão crescendo em termos de relevância para os conselhos de administração das empresas. Além disso, proteger a empresa de um ataque cibernético passou a ter relevância maior do que qualquer outro item na pauta de discussões das empresas”, analisa o sócio da KPMG, Claudio Soutto.

A pesquisa apontou que, na pressa de estar em conformidade com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) e evitar violações de dados, os conselhos de administração passaram a intensificar investimentos em privacidade e segurança de dados.

De acordo com o estudo, 38% dos participantes previram que não seriam capazes de estar em conformidade com o GDPR dentro do prazo. Adicionalmente, 77% dos líderes de TI estão “mais preocupados” com a ameaça de crime cibernético em comparação com os 71% da pesquisa doano anterior. Somente 22% alegam estar bem preparados para lidar com um ataque cibernético.

A pesquisa constatou ainda que a confiança é o novo campo de batalha para a área de TI, pois as organizações estabelecem um equilíbrio entre o potencial de influenciar a receita da utilização dos dados do cliente e a necessidade de privacidade. As empresas que gerenciam esse equilíbrio são 38% mais propensas a informar uma lucratividade maior do que as concorrentes.

“De um lado, o conselho de administração pede a eles que estimulem a inovação e que garanta o uso responsável dos dados dos clientes por toda a organização. Do outro lado, o conselho de administração intensifica as avaliações e exige um processo melhor para preparação e divulgação de informações sobre segurança cibernética e integridade e resiliência de dados, visto que os órgãos reguladores e os consumidores estão tornando-se mais exigentes em relação a dados pessoais”, afirma.

 

Disponível em: http://cio.com.br/gestao/2018/07/23/confianca-e-o-novo-campo-de-batalha-para-a-area-de-ti-aponta-kpmg/

O que é SDS?

Com a evolução da computação em nuvem, o modo como os softwares e as redes de computadores são administradas vêm mudando com frequência. Um bom exemplo dessa mudança é o Software Defined Storage, que em tradução literal significa “armazenamento definido por software”. Mas o que isso significa e qual é o impacto gerado para as empresas?

O que é Software Defined Storage (SDS)?

Software Defined Storage ou armazenamento definido por software, é um conceito relacionado à computação em nuvem que surgiu há pouco tempo. A ideia por trás dessa tendência está na capacidade de se definir a estratégia de armazenamento de hardware com base nas necessidades do próprio software, ou seja, o armazenamento que pode ser flexível e utilizado sob demanda, com base em políticas automatizadas. A ideia do SDS é ser gerenciado por aplicativos capazes de fazer essa alocação de armazenamento dos recursos de hardware com base no uso e na carga de trabalho do próprio software, independentemente do mesmo ser virtualizado ou não.

A influência de SDS no mercado

Muitas empresas já estão interessadas nessa nova abordagem, e, principalmente, os fornecedores de armazenamento precisam estar prontos para ela. O fato é que devem possuir softwares capazes de gerenciar o hardware do data center de maneira automatizada, para que SDS seja eficaz. Juntamente com o Software Defined Storage, esses mesmos fornecedores devem podem adotar também o conceito de Software Defined Network (SDN), que é bem parecido com o SDS, porém está relacionada à capacidade de traçar uma estratégia de rede baseada e gerenciada pela demanda do software. Essas duas abordagens são derivadas do conceito de Software Defined Data Center (SDDC), que seria um data center completamente gerenciado por softwares.

O software é quem dita as regras

É interessante destacar que, cada vez mais, os serviços de tecnologia da informação estão sendo gerenciados por softwares, facilitando a sua migração para os data centers de computação em nuvem e simplificando para a empresa a preocupação com a infraestrutura. Justamente por isso, o armazenamento definido por software é uma tendência que deve ganhar muita força no mercado, e pode ser apenas uma questão de tempo para se tornar um padrão para os novos serviços de computação em nuvem.

Como se beneficiar disso?

Para quem contrata os serviços de computação em nuvem, o Software Defined Storage vem como uma ótima opção para otimizar o uso dos recursos, de forma que seja possível, inclusive, reduzir custos, através do uso sob demanda dos serviços de armazenamento de hardware, o que é muito vantajoso. A tecnologia dos data centers está evoluindo para fornecer melhores serviços aos seus clientes, o que acaba gerando melhores condições e mais atrativos para quem precisa contratar esses serviços. É por isso que as empresas estão migrando seus produtos e serviços para a nuvem.

 

Disponível em: http://www.vert.com.br/blog-vert/conheca-sds-software-defined-storage-e-como-se-preparar-para-essa-tendencia/

 

Proteção de dados exige uma combinação entre tecnologia e legislação

A segurança da informação e serviços de privacidade ganham cada vez mais espaço na sociedade, envolvendo não só empresas, indústria da segurança, como também responsáveis pelas áreas de compliance e advogados. O tema ganhou força com a iminência da aprovação lei que trata sobre as regras necessárias para a proteção de dados pessoais no Brasil pelo Senado Federal, após ter sido aprovada na Câmara dos Deputados no dia 29 de maio.

Durante o Data Protection Forum, realizado nesta terça-feira, 19 de junho, promovido pela TI INSIDE, em São Paulo, os participantes discutiram a questão da proteção de dados, privacidade, a nova lei europeia (GDPR) e soluções técnicas e de gestão indispensáveis ao compliance e segurança da informação.

Embora muitas organizações já adotam políticas de segurança de dados e respeitam uma série de regras de compliance atendendo as mais diversas regulamentações nacionais e internacionais, há soluções das mais diversas para proteger os dados.

“O grande desafio é quem tem acesso aos dados, o responsável pelo gerenciamento dos dados e, nesse caso, muitas vezes o vazamento das informações está dentro da companhia porque esse profissional é quem tem todos os logs. Além disso, um hacker pode usar um código que, ao invés de entrar com o login de usuário, ele consegue acessar todas as informações do banco de dados sem que ninguém perceba, se passando pelo gestor do banco de dados por meio do SQL Injector”, alerta Cesar de Afonseca, CEO e Fundador da Leadcomm.

A opinião é corroborada pela pesquisa apresentada por Vanessa Fonseca, Cybersecurity Strategy Executive na Accenture Brasil, que constatou que 53% dos incidentes de segurança tiveram origem principalmente pelo fator humano. Os índices de sucesso na identificação dos ataques não são satisfatórios – apenas 2% das companhias entrevistadas foram capazes de identificar a maioria dois ataques (81%). Além disso, 51% delas disseram que levam meses para identificar os ataques, apesar de que 75% das empresas que priorizam a proteção e prevenção em suas estratégias de segurança cibernéticas estão confiantes que suas ações estão atingindo os objetivos.  No entanto, menos da metade sabe mensurar o impacto ou identificar potenciais causas de incidentes cibernéticos. “Desconhecem inclusive o potencial prejuízo financeiro causado pela queda do valor das ações, como aconteceu recentemente com Equifax e Facebook, que também demoram para recuperar o patamar até então de valor no mercado. Não é só questão de tecnologia, mas de negócios”, enfatiza a executiva.

Além do acesso não autorizado a banco de dados das empresas, outro ponto sensível para proteção de dados – e usado como documento para tratar de litígio na esfera jurídica – é o e-mail.  “Com o uso de e-mails crescendo 40% ao ano e sem expectativa de queda, não é uma questão de se – e sim, quando – você precisará produzir registros de e-mails”, comenta Everton Cardoso, consultor Sênior da Arcserve, quando lembra que mais de US$ 1 bilhão já foram pagos por empresas que não estavam em conformidade com as regras de compliance, de acordo com estudo da IDC.

Diante da Lei Geral de Proteção de Dados, a indústria de tecnologia se aproxima cada vez mais dos advogados para esclarecer, por meio das ferramentas adotadas pelos clientes, as vantagens de cada tipo de solução. “Ainda não vejo uma sinergia real com os advogados”, comenta Celso Oliveira, diretor da Quest Latam, “mas estamos abertos a estreitar essa relação”. A SCI, que representa a PK Ware/PK Zip e parte de um grupo de empresas, conta com parceiros na área jurídica inclusive em mercado verticais, garante Oduvaldo Zeferino, especialista em soluções para proteção das informações da empresa.

Marketing e TI são os principais pilares da transformação digital, segundo pesquisa

Estudos indicam que as áreas de Marketing e TI estão no topo da transformação digital nas empresas em que atuam. Para 58% dos executivos, o ramo Digital é de extrema importância nas companhias. Ainda assim, quase metade dos profissionais pensam que as empresas onde trabalham não estão prontas para a transformação digital. Os dados são de uma pesquisa realizada pela Michael Page.

 

Segundo o levantamento de dados, 46% das pessoas que responderam, apontaram que as companhias onde trabalham não estão preparadas para o processo de digitalização. Outra informação concedida pela mesma pesquisa mostra que 31% das empresas, ou seja, três em cada dez, não acompanham a velocidade digital no mercado. Esses dados indicam que ainda há resistência por parte das empresas.

A pesquisa também procurou saber se as empresas aceitariam passar por uma transformação digital em até dois anos, e 82% dos respondentes afirmam que o local onde trabalham provavelmente passará por esse processo, contra apenas 18% que não acreditam nessa possibilidade.

O estudo buscou entender se a transformação digital influenciaria positivamente sobre a produtividade dos profissionais. Cerca de 27% dos que responderam (a maior fatia) acredita em um aumento que varia de 50 a 80% na produtividade. Para 26%, tal mudança pode impactar entre 30 e 50%, enquanto que 18% creem em um impacto superior a 80%.

Há uma fatia de 15% apostando em um aumento total (de 100%) e outros 11% indicando ganhos de 10 a 30%. Apenas 2% dos respondentes acham que as melhorias seriam de até 10% e, somente, para 1% nada deve mudar. Em outras palavras, nove em cada dez participantes da pesquisa apostam que a transformação digital revolucionará sua rotina de trabalho, e acreditam também que sua posição não poderá ser substituída por máquinas (robôs).

 

Demanda por profissionais da área Digital cresce 50%

 

As marcas e empresas não estão poupando esforços na busca por profissionais do ramo digital. De acordo com informações da Michael Page, a procura por especialistas, analistas, gerentes e coordenadores cresceu 50% até outubro de 2017. Os cargos mais visados do segmento foram nas áreas de Marketing de Performance, User Experience e de Transformação Digital. Isso se dá pela atual conjuntura do mercado que está à procura de pessoal com viés analítico, orientados em viabilidade de negócio e resultado. A busca é, principalmente, por profissionais mais objetivos, com formações técnicas, como os engenheiros.

Aqueles que buscam espaço no mercado digital ainda têm tempo para fazer essa transição, uma vez que há uma grande demanda de executivos interessados em vagas de Performance (área em que o profissional pode acompanhar o desempenho de operações da empresa no ambiente digital). Para quem pensa em migrar para esse universo, os cargos mais visados para os próximos anos serão os de posições mais sêniores, como gerentes sêniores de performance, gerentes sêniores de UX, CDOs (Chief Digital Officers) e customer success managers. Isso se deve ao fato de que tais posições têm escopo e responsabilidades maiores dentro de segmentos que enxergam o consumidor no intuito de melhorar a interação digital.

Através da Consultoria Digital, torna-se possível divulgar um negócio ou uma marca para o máximo de pessoas dentro de um público-alvo que esteja mais propenso a comprar o produto ou serviço em questão.
Com auxílio da empresa Consultoria Digital, é possível investir em consultoria de SEO, que tem por objetivo melhorar o posicionamento do seu site nos mecanismos de buscas, como o Google ou Bing, visando atrair mais clientes, aumentar a geração de leads e vendas através de seu site.

 

Disponível em: https://www.terra.com.br/noticias/dino/marketing-e-ti-sao-os-principais-pilares-da-transformacao-digital-segundo-pesquisa,c2dbdcde6e8385abe6ffacff59314132bzpkv9dg.html

Investimentos em tecnologia no Brasil aumentam 4,5% em 2017

País está na nona posição no ranking global de investimentos no setor

O mercado de Tecnologia da Informação (TI, composto de hardwares, softwares e serviços) no Brasil cresceu 4,5% em 2017. O país está na nona posição no ranking global de investimentos no setor, com aporte de US$ 38 bilhões no ano passado. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes), do estudo anual do setor realizado em conjunto com a consultoria IDC.

No ranking mundial, o Brasil fica atrás de Estados Unidos (US$ 751 bilhões), China (US$ 244 bilhões), Japão (US$ 139 bilhões), Reino Unido, Alemanha, França, Canadá e Índia. No total, foram US$ 2,07 trilhões em investimentos em TI no último ano.

De acordo com a Abes, na América Latina, o Brasil está no topo da lista de investidores, seguido por México (US$ 20,6 bi), Argentina (US$ 8,4 bi) e Colômbia (US$ 7 bi). O país foi responsável 39,1% do total de investimentos da região, que foi de US$ 97,3 bilhões.

Para a associação, os resultados mostram a retomada do espaço perdido nos últimos anos e um maior grau de maturidade nos investimentos em tecnologia, com ampliação da participação dos investimentos em software e serviços nos investimentos totais em TI.

 

Telecomunicações

Já os investimentos em TIC, que engloba TI mais o setor de telecomunicações, somaram mundialmente US$ 3,55 trilhões em 2017, sendo US$ 105 bilhões somente no Brasil, o que, segundo a Abes, garantiu o sexto lugar no ranking geral, recuperando uma posição em relação ao ano anterior. Para 2018, a expectativa da Abes é de mais recuperação, com mais oportunidades no segundo semestre e crescimento anual de 4,1% no segmento de TI.

 

Disponível em: https://exame.abril.com.br/tecnologia/investimentos-em-tecnologia-aumentam-45-em-2017-no-brasil/